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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Frutas do Norte: Abricó (PANC)


Visão geral criada por IA

abricó é uma fruta tropical, com destaque para o Abricó-do-Pará (Mammea americana), nativo da Amazônia, com casca marrom, polpa amarela/laranja, doce e aromática, rica em vitamina A e C. Também refere-se ao abricó-da-praia (Mimusops coriacea), de sabor doce e textura cremosa, e ao abricó-de-macaco, famoso pelo uso paisagístico e odor forte

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Características: é cultivado nos igapós e margens inundáveis de rios na região Amazônica, principalmente no estado do Pará. Árvore de porte médio, podendo atingir 20 m de altura, o abricó se propaga com facilidade por meio de sementes, que germinam entre 12 e 18 dias. A planta pode iniciar a floração a partir de seis/oito anos.

Uso culinário: o fruto é consumido in natura, em forma de salada, licores, compotas, geleias e sucos, ou processado.

Você sabia que: a árvore é empregada na arborização urbana e na medicina popular, no tratamento de afecções parasitárias, mordedura de insetos e dermatoses diversas. As partes utilizadas são o leite da casca da planta; as sementes, das quais se obtém um pó; e as folhas, que são usadas para fazer chá.

Tabela 1 – Análise nutricional em 100 g de abricó

Energia (Kcal) 64

Proteínas (g) 1

Lipídeos (g) 0,3

Carboidratos (g) 13,5

Fibra (g) 3,5

Introdução

o abricoteiro (Mammea americana L. ) é uma espécie nativa das Antilhas e Norte da América do Sul. Foi introduzido, na Amazônia Brasileira, há bastante tempo, sendo inicialmente cultivado em pomares domésticos. Os primeiros pomares comerciais foram estabelecidos em meados da década de 80. O fruto é muito popular no Estado do Pará, sendo conhecido em outras regiões do Brasil como abricódo- pará.

Clima e solo

Embora seja espécie tipicamente tropical, pode também ser cultivada em áreas com climasubtropical. Na Amazônia Brasileira, em particular nas áreas submetidas ao tipo climático Afi, encontra condições ideais para seu crescimento, com temperaturas médias mensais variando entre24 oC e 28 oC, umidade relativa do ar superior a 75% e com total anual médio de brilho solar 2.338,3 horas e 2.600 mm de precipitação de chuvas. Em áreas com tipos climáticos Ami e Awl, não existem restrições térmicas para seu cultivo, porém a ocorrência de estação seca de 3 e 6 meses, respectivamente, implica utilização de irrigação suplementar.

Variedades

Não existem variedades nem clones de abricoteiro definidos, devidamente avaliados e caracterizados. No entanto, é conveniente que, por ocasião da enxertia, os garfos sejam retirados de matrizes que apresentem frutos com as seguintes características: peso entre 600 g e 800 g, rendimento porcentual de polpa superior a 70%, sementes pouco rugosas e sem saliências aderidas à polpa e teor de sólidos solúveis totais acima de 10 °Brix.

Propagação

o abricoteiro pode ser propagado por sementes ou por enxertia. A propagação por sementes não é indicada pois a espécie é androdióica, ou seja, apresenta plantas masculinas e plantas hermafroditas. Assim sendo, quando propagado por sementes, pelo menos 50% das plantas obtidas são masculinas. A propagação por enxertia é o método indicado, pois, além de reproduzir integralmente as características da planta-mãe, garante a presença de 100% de plantas hermafroditas no pomar. Outra vantagem da enxertia é que as plantas entram em fase de produção 4 anos após o plantio no local definitivo, enquanto, em plantas propagadas por sementes, o início de produção só se verifica entre 6 e 8 anos após o plantio.

O porta-enxerto utilizado é o próprio abricoteiro, obtido por sementes. Para a obtenção dos porta-enxertos, as sementes devem ser extraídas de frutos em completo estádio de maturação e semeadas imediatamente após a extração, pois apresentam curto período de vida. A semeadura deve ser efetuada diretamente em sacos de plástico com dimensões de 18 cm de largura, 35 cm de altura e espessura de 0,02 mm, contendo como substrato a mistura solo, esterco curtido e pó de serragem, na proporção volumétrica de 3: 1: 1.

A germinação das sementes é bastante desuniforme, iniciando-se 40 dias após a semeadura, atingindo 80% de germinação aos 140 dias. Após a germinação, são requeridos cerca de 5 meses para que os porta-enxertos estejam aptos a receberem o enxerto. A enxertia é efetuada pelo método de garfagem r'lo topo em fenda cheia, obtendo-se porcentagem de enxertos pegos superior a 90%, desde que sejam utilizados garfos com diâmetro semelhante ao do porta-enxerto e que as folhas presentes no garfo estejam completamente maduras (estádio D). Devem ser retiradas todas as folhas do garfo, com exceção das duas situadas na extremidade apical, que são cortadas transversalmente, de tal forma que permaneçam com comprimento do limbo de apenas 5 cm. Também deve ser utilizada câmara úmida envolvendo o garfo, feita com saco de plástico transparente umedecido internamente com água, que deverá ser retirada por ocasião da brotação do enxerto, que ocorre entre 20 e 30 dias após a enxertia. As mudas estão aptas para o plantio 2 a 3 meses após a enxertia .

Preparo da Área e Plantio

Preferencialmente, devem ser utilizadas áreas que foram ocupadas com culturas anuais ou

semi-perenes em final de ciclo, como pimenteira-do-reino, maracujazeiro e mamoeiro, entre outras. Essas áreas, normalmente, já estão destocadas, o que diminui substancialmente o custo de implantação do pomar. A utilização de áreas com vegetação primária não é indicada pelo maior custo com a derrubada das árvores e pelos danos ambientais.

O plantio em áreas não-irrigadas deve ser efetuado no início da estação chuvosa. Em sistema irrigado, o plantio pode ser efetuado em qualquer época do ano. O espaçamento adotado deverá ser de tal forma que a distância entre duas plantas vizinhas seja, no mínimo, de 8 m, podendo-se optar pelas disposições quadrangular ou triangular, com lados do quadrado ou do triângulo de 8 m. A primeira disposição permite o estabelecimento de 156 plantas por hectare e a segunda, de 179 plantas por hectare.

O plantio é efetuado em covas com dimensões mínimas de 40 cm x 40 cm x 40 cm, adubadas com cinco litros de esterco curtido e 200 g de superfosfato triplo.

Tratos culturais

Tutoramento

A quase totalidade das plantas apresenta crescimento ereto. No entanto, eventualmente,surgem plantas com tronco ligeiramente inclinado, sendo necessário tutorá-las.

Coroamento

o controle do mato em volta das plantas deverá ser efetuado em periodicidade de 2 a 3 meses.

Essa prática pode ser realizada com capina manual ou química.

Roçagem

o mato das entrelinhas deve ser roçado na mesma ocasião em que se efetua a operação de Coroamento. A roçagem pode ser realizada com roçadeiras mecânicas ou manualmente, com o auxílio de foices ou terçados.

Cobertura morta

o uso de cobertura, na época de estiagem, que coincide com o período de frutificação, é importante para reduzir a incidência de frutos rachados, causado pelo estresse hídrico seguido de chuvas fortes e rápidas, características desse período. O mato, oriundo das roçagens efetuadas nas entrelinhas, pode ser usado como cobertura morta, assim como outros materiais como cachos vazios de dendê, resíduos da agroindústria de frutas e casca de arroz. A irrigação suplementar elimina a ocorrência de frutos rachados.

Adubação química

No primeiro ano, aplicar, a cada 2 meses, 50 g da formulação NPK 10-28-20. No segundo e terceiro ano, essa quantidade de adubo deve se duplicada e triplicada, respectivamente, mantendo a mesma periodicidade de aplicação. Do quarto ano em diante, cada planta deve receber 1.200 g da mesma formulação, aplicadas em três parcelas de 400 g. A primeira parcela deve ser ministrada no início do período de chuvas e as outras duas, no meio e no final desse período.

Adubação orgânica

Efetuada, anualmente, no início do período de chuvas. Cada planta deve receber, pelo menos, 20 litros de esterco, distribuídos em quatro covas equidistantes, abertas na projeção da copa.

Principais Pragas e Doenças

Bezouro creme (Costalimaita ferruginea): esse coleóptero provoca danos às folhas, reduzindo grandemente a área foliar e, consequentemente, o crescimento de plantas jovens e a produção de plantas adultas. O controle desse inseto é efetuado com inseticidas fosforados, carbamatos ou piretróides.

Mancha parda das folhas: doença causada pelo fungo Cylindroc/adium pteridis. Os sintomas da doença manifestam-se por manchas de coloração amarronzada nas folhas, que secam e caem prematuramente com a coalisão das manchas. O controle é efetuado com Benomyl, na concentração de 0,1%.

Mancha foliar: o agente dessa doença é o fungo Curvularia eragrostides cujos sintomas são semelhantes ao da mancha parda das folhas, Pulverizações com os fungicidas Benomyl, Captan ou, na concentração de O, 1 %, controlam eficientemente essa doença,


Podridão das raízes: doença de causa desconhecida, provoca a morte súbita das plantas,

(Observação: Os defensivos indicados para o controle das pragas e doenças ainda não estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para uso nessa cultura),

Floração e Frutificação

Na Amazônia Brasileira, a floração ocorre mais intensamente no primeiro semestre do ano e a frutificação, no segundo, A produção de frutos concentra-se mais intensamente nos meses de agosto e setembro,

Colheita e Pós-colheita

Como o abricó é um fruto climatérico, a colheita pode ser efetuada quando os mesmos estão no estádio “de vez”, Esse ponto pode ser identificado quando, atritando-se levemente a superfície da casca, esta apresenta-se com coloração amarelada ou quando comprimindo-se a casca com os dedos esta cede um pouco, em função da polpa já apresei1tar-se com consistência mais mole, Frutos colhidos nessa situação têm vida pós-colheita de 10 a 12 dias, Quando colhidos completamente maduros, a vida pós-colheita é reduzida em 50%,

Em plantas com mais de 8 anos de idade a produtividade se situa entre 100 e 150 frutos por

planta, que corresponde a 80 kg a 120 kg de frutos por planta.





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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Abricó, Plantas que Curam



Abricó - do Pará - O abricó - do - pará, também chamado abricó, abricó - de - são - domingos e abricó - selvagem, é produto de uma árvore da família das Gutíferas, a que também pertencem o bacuri, o bacoparé, etc. O fruto,do tamanho de uma laranja, apresenta uma massa cor de abóbora, doce e aromática, aderente à casca. É geralmente muito apreciado.
Utilidades Medicinais
Ácido úrico - Usar abundantemente o abricó, fazendo refeições exclusivas desta fruta.
Catarro - Para as eliminações catarrais em geral recomenda - se fazer refeições compostas principalmente de abricó - do pará; mas não convêm usá-lo em excesso.
Febre - Chá das folhas, não muito forte. Morno, às colheradas.
Hipertensão arterial - Parece adequada a inclusão do abricó - do - pará na alimentação dos hipertensos.
Verminoses - Moer as sementes. Misturar com mel e tomar uma colher de sobremesa em jejum.

Nome da fruta: AbricóNome científico: Mammea americana LFamília: GutiferaeCategoria: SemiácidaSinônomos: abricó-do-pará, abricó-selvagem, abricó-de-são-domingos. Possui as vitaminas A, B1, B2, B5, e C.O abricó tem larga aplicação na medicina popular, especialmente no combate a cálculos renais, gota, ácido úrico, arteriosclerose (endurecimento das paredes das artérias), combate todo tipo de tumor, fortalece os dentes, previne a piorreia, hipertensão arterial e a deficiência de vitaminas B1 (tiamina) e C.O fruto tem o tamanho de uma laranja. Sua polpa é da mesma cor da abóbora. O fruto é consumido ao natural, pode-se também fazer doce. Das suas sementes se extrai um azeite que, aplicado no couro cabeludo, evita a queda de cabelos.

Benefícios e indicações do Abricó

É indicado para problemas digestivos, febre, combate aos insetos como bicho-do-pé, limpeza do sangue, combate à malária, reumatismo e vermes. A sua resina, assim como suas folhas e raízes, são vulnerárias e inseticidas, principalmente contra o bicho-do-pé, e delas é extraído um excelente remédio para picadas de inseto.
O uso na medicina popular é aplicado ainda ao combate dos cálculos renais, gota, ácido úrico, arteriosclerose, tumor, além de fortalecer os dentes, prevenir a piorreia, hipertensão arterial e a deficiência de vitaminas B1 e C. Possui vitaminas A, B1, B2, B5 e C.
A essência das flores do abricó trabalha ainda a deficiência mental, fazendo a reconexão dos canais energéticos no nível mental. É um floral indicado para quem tem dificuldade em concretizar e realizar. É indicado ainda para aqueles que tem dificuldade de efetuar trabalhos de comando nas salas de aula, no trabalho, para aqueles que possuem dificuldade auditiva e para crianças ou adultos que tem dificuldade em prestar atenção em aulas. É ainda eficaz na medicina caseira para combater febre e sapinho.

Cuidados necessários

O fruto tem que ser descascado com cuidado pois, tanto a casca quanto a massa onde se encontra a polpa, contêm uma substância amarga e acre. O contato desta com os lábios ou com a língua produz mal estar que pode permanecer por horas.
Para cultivo, a planta deve ser semeada ou plantada por meio de mudas, de setembro a novembro em locais cujo clima seja quente e úmido, e tenha solos férteis. Os frutos são colhidos no outono.


Pertencente à família das Clusiaceae, o abricó, também conhecido como abricó do pará, mamãe, abricoteiro, abricote, abricó de são domingos e abricó das Antilhas, é uma árvore grande que pode chegar aos 15 metros de altura. Com folhas oblongo obtusas, verde-escuras, pecioladas e de até 14 cm de comprimento, a planta é muito frondosa e grande e possui ainda flores brancas e perfumadas que aparecem em pares ou solitárias. Seu fruto contém uma semente de até 7 cm de diâmetro e tem entre 15 e 22 cm de diâmetro, é carnoso, quase redondo e muito duro.
Cultivada em todo o Brasil, principalmente no Pará, a planta reproduz-se por sementes podendo ser plantada também por mudas sem exigir solos férteis. Deve ser plantada com espaçamento de 6m x 6m de setembro a novembro em locais com clima úmido e quente. Seus frutos podem ser colhidos sempre no outono.

Benefícios, propriedades e indicações

A planta possui propriedades digestivas, cicatrizante, inseticida para pulgões e bicho-de-pé, age na limpeza do sangue, no tratamento de malária, picada de insetos, reumatismo e vermes. Para sua ação como inseticida e no tratamento das picadas, deve ser usada a resina que a casca da árvore solta, as folhas e a raiz. Suas sementes possuem propriedades anti-helmínticas, e sua fruta, comestível, é excelente para a fabricação de xaropes e compotas.
A fruta é rica em vitaminas A, B1, B2, B5 e C, sendo eficaz no combate ao cálculo renal, gota, ácido úrico, arteriosclerose, tumores, hipertensão arterial, deficiência de vitamina B1 e C e atuando no fortalecimento dos dentes. O azeite extraído das sementes pode ser usado ainda, quando aplicado no couro cabeludo, para evitar a queda de cabelos.

Essência floral de abricó

O floral de abricó carrega também alguns benefícios ajudando aqueles que têm problemas para concretizar e realizar. Ajuda pessoas que são normalmente lentas em salas de aula ou no trabalho. É muito indicado para crianças e adultos que tem consciência de suas dificuldades e limitações no aprendizado e não conseguem coordenar seus afazeres e obrigações.
Com suas propriedades, ativa as atividades cerebrais e, além disso, pode ser usada para combater a febre e sapinho, além de agir como tônica, lactífera, odontálgica e tanífera.

Atenção

Apesar de o fruto poder ser consumido de forma natural, é preciso tomar cuidado com sua casca e a polpa, pois estas contêm substâncias fortes, amargas e acres que podem, em contato com os lábios ou a língua, causar mal-estar que permanece por algumas horas.


ABRICÓ - PARÁ



Nome Popular: Abricó-pará, castanha-de-macaco, abricó-de-macaco, cuia-de-macaco. 

Nome Científico: Mammea americana L.

Família Botânica: Gutiferae 
Características Gerais: Ocorre nos igapós e margens inundáveis de rios na região amazônica, principalmente no Estado do Pará e também nas Guianas. 
Árvore muito alta, atingindo mais de 35 m, tronco grosso, cauliflora. 
Folhas simples, alternas, lanceolado-obovadas, obtusas no ápice, base aguda ou obtusa, margem subíntegra, raramente crenulada, parte superior amarela pouco lustrosa. Inflorescências longas, terminais nos ramos, também no tronco da árvore, com tomento acinzentado. Flores aromáticas com 6 pétalas longas, obovais, róseas, às vezes amarelas externamente; andróforo róseo-pálido. 
Fruto globoso, com uma polpa azulada, comestível, porém pouco agradável. 
Sementes comestíveis para os animais.


Abrico01


Nome científico: Mammea americana L. 

Família: Gutiferae 

Origem e dispersão: Nativa das Índias Ocidentais até parte da América do Sul. Está distribuída no México e em alguns outros países da América Central. 
Clima e solo: É uma planta tropical, de baixa a média altitude. 
Propagação: Pode ser propagada por semente ou enxertia. 
Utilização: Os frutos podem ser colhidos na planta e amadurecidos após colhidos, desde que bem desenvolvidos. Podem ser consumidos ao natural, em compota ou para fazer licor; é medicinal.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

RECEITA COM ABRICÓ

Doce de abricó
Ingredientes: 

1 kg de abricó limpo 1 copo de água 4 xícaras (chá) de açúcar 70 amêndoas descascadas 


Modo de Preparo: 
Ponha a água no fogo, dissolva o açúcar e dependendo da dureza do abricó coloque-os antess ou depois que a água ferver. Quando os abricós começarem a estufar, espete-os por dentro com um garfo e passe-os na beirada de um prato, para seca-los por fora. No centro do abricó, coloque uma amêndoa, cubra com outro abricó, e aperte as beiradas apenas para ligar. Passe-os em açúcar cristalizado e coloque-os em forminhas de papel, depois que estiverem frios.



COMPOTA DE ABRICÓ


Ingredientes:
200 g de abricós
  • 1 1/2 copo de açúcar

Modo de Preparo:
Lave os abricós e deixe de molho na véspera. No dia seguinte leve ao fogo com a mesma água e deixe cozinhar por 10 minutos. Então, junte o açúcar e leve tudo para ferver, até que o caldo engrosse.


Torta de abricó

Ingredientes
  • 8 ovos
  • 8 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 colheres (sopa) de farinha de rosca
  • 250g de amêndoas
Modo de preparo
  • Bata as claras em neve, junte as gemas e continue a bater.
  • Junte o açúcar, sempre batendo.
  • E por último a farinha de rosca e as amêndoas passadas na máquina de moer.
  • Bata muito bem.
  • Leve para assar numa forma untada e polvilhada com farinha de rosca, em forno brando.
  • Quando enfiar um palito e ele sair sem massa, embora úmido, está pronto.
  • Retire e deixe esfriar.
  • Parta ao meio, formando duas partes.
  • Recheie com o abricó.
  • Cubra a torta com o mesmo recheio.
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