domingo, 17 de junho de 2018

Colheita e Pós Colheita do Guaraná

Colheita

A colheita é feita manualmente, devendo-se utilizar uma tesoura de poda para a retirada dos cachos. O cacho pode ser colhido por inteiro se os frutos estiverem todos maduros, com no mínimo 50% deles abertos (Figura 1A). Se não for o caso, a coleta dos frutos deve ser individual (Figura 1B). 
Os frutos, quando maduros, apresentam coloração que vai do amarelo ao vermelho e depois se abrem parcialmente deixando as sementes expostas, assemelhando-se a um olho humano, e podem ser retirados com as mãos. Neste estágio, se não forem colhidas, as sementes irão cair, entrando em contato com o solo e tendo sua qualidade prejudicada. 
O guaranazeiro apresenta frutificação desuniforme dentro de uma mesma planta, o que determina a necessidade de se proceder à colheita pelo menos duas vezes por semana. Esta frequência poderá aumentar ou diminuir de acordo com a velocidade de maturação dos frutos.
Fotos: Murilo Arruda 

Figura 1. Cacho de em ponto de colheita (A) e frutos maduros sendo colhidos individualmente (B).

Despolpamento

Logo após a colheita, os frutos deverão ser acondicionados em sacos ou ser amontoados, por até três dias, para fermentação em local limpo, sobre piso de cimento ou cerâmica e de preferência fechado, para evitar o contato com animais. Essa fermentação facilita a retirada da casca, que pode ser feita manualmente ou com equipamentos apropriados. Após o despolpamento, as sementes devem ser lavadas em água limpa e classificadas em dois tamanhos, por peneira de 6 mm.

Torrefação

Após a classificação, as sementes deverão ser torradas separadamente, o que possibilitará a uniformização do ponto de torrefação, com a consequente obtenção de um produto homogêneo. A torrefação pode ser feita em tacho de barro (Figura 1A) ou metálico (Figura1B), em fogo brando, mexendo-se as sementes constantemente para melhor distribuição do calor.
Fotos: Murilo Arruda 
Figura 1. Torrefação do guaraná em forno de barro (A) e em forno metálico (B).
Para a torrefação no tacho de barro (a mais usual), o tempo é de quatro a cinco horas; enquanto no tacho metálico esse tempo é reduzido para cerca de três horas e meia. No tacho metálico, pode se adicionar água no início da torrefação, para diminuir a possibilidade de queima das sementes no início do processo, pois a temperatura atingida nesse tipo de recipiente é mais alta quando comparada com o de barro. As sementes estarão prontas quando atingirem o "ponto de estalo", indicativo de que a umidade nas sementes está em torno de 5% a 7%, teor exigido pela indústria de refrigerantes; enquanto para os produtores de guaraná em bastão, essa umidade deve ser de 8% a 12%.
Após o resfriamento, as sementes deverão ser armazenadas em sacos aerados, de preferência de fibras naturais, como os de aniagem ou juta. O tempo de armazenamento, desde que em condições adequadas, deve ser de no máximo dezoito meses.

Comercialização

Guaraná em bastão

A forma mais antiga de se comercializar o guaraná é em bastão, método desenvolvido pelos índios na região de Maués. No Amazonas, e principalmente no Mato Grosso, existe grande demanda por  este tipo de produto. Depois de torrado, elimina-se o casquilho do grão e este será triturado e pilado ou somente pilado (artesanal) misturando-se com água, formando uma pasta consistente que será moldada na forma de bastão, conhecida por panificação. O bastão passa por um processo de desidratação, conhecido por defumação prolongada, o que consolidará o formato comercial (Figura 1). Na região, o bastão normalmente é ralado para ser transformado em pó e consumido.
Foto: Firmino José N. Filho
Figura 1. Bastão de guaraná.

Guaraná em rama

São as sementes torradas (Figura 2), utilizadas na produção de xaropes e extratos de guaraná. É a maneira mais comum de comercialização do guaraná pelos produtores do Amazonas, mas a de menor valor agregado.
Foto: Murilo Arruda
Figura 2. Guaraná em rama.

Guaraná em pó

São as sementes torradas e finamente moídas (Figura 3), utilizadas para o preparo de bebidas, sorvetes, cremes e outros alimentos a base de guaraná. É um produto de valor agregado mais alto, pouco utilizado pelos produtores para comercialização, e é a forma comumente encontrada no comércio varejista.
Foto: Murilo Arruda
Figura 3. Guaraná em pó.

Usos

O guaraná é utilizado na forma de pó, bastão, xaropes e extratos. Nos refrigerantes, o conteúdo mínimo de sementes de guaraná é de 0,2 g e o máximo é de 2 g/litro ou o seu equivalente em extrato (Lei dos sucos n.º 5.823, de 14/11/1972). O guaraná pode ainda ser utilizado na fabricação de bebidas energéticas, sorvetes, cremes, além de fármacos, cosméticos, confecção de artesanato, entre outros.


sábado, 9 de junho de 2018

Tratos Culturais e Podas na Cultura do Guaraná

Controle de plantas invasoras

Durante os dois primeiros anos após o plantio, quando necessário, deve ser feito o coroamento das plantas com uso de enxada, num raio de aproximadamente meio metro. Deve-se evitar revolver em excesso o solo, para não cortar o sistema radicular do guaranazeiro, que é muito superficial, e impedir a formação de "bacias" ao redor das plantas. Nas entrelinhas, quando o mato atingir mais de 40 cm de altura, deve-se fazer roçagem com terçado ou roçadeiras costais motorizadas. Em situações de elevada infestação de plantas daninhas ou presença de espécies agressivas, como o capim-taripucu, o controle pode ser feito com herbicidas dessecantes à base de glifosato, aplicando-os dentro das normas de segurança, sem que o produto atinja o guaranazeiro.

Cobertura morta

Nos 24 meses após o plantio, recomenda-se o uso de cobertura morta ao redor das plantas, no verão (junho a outubro), com o objetivo de diminuir a temperatura do solo, evitar a perda de água, controlar plantas daninhas e fornecer matéria orgânica para a planta. Esses restos vegetais podem ser das próprias plantas invasoras roçadas na área de plantio, devendo-se tomar o cuidado de não deixar a cobertura morta encostar no tronco da planta.

Poda de limpeza

Logo após o término do período de colheita (janeiro/fevereiro), deve-se fazer a poda de limpeza, eliminando-se ramos secos, quebrados e doentes das plantas. Retira-se também um terço das extremidades dos ramos mais longos, para impedir que as plantas fechem a linha, e aqueles que produziram no ano anterior.
Restos florais e frutos remanescentes também devem ser eliminados. Durante o decorrer do ano, é importante a vistoria das plantas, para a eliminação de ervas de passarinho e de ramos que apresentarem superbrotamento.

Poda de frutificação

Entre a segunda quinzena de abril e a primeira quinzena de maio, preferencialmente, proceder à poda de frutificação, reduzindo em 50% o número de lançamentos e em 50% o comprimento dos ramos remanescentes. Primeiramente retiram-se os ramos da parte basal da copa (Figura 1A, 1B e 1C); depois, podam-se os ramos da parte superior da planta (Figura 1D) e realiza-se o acabamento (Figura 1E). A planta deve ficar com o formato de taça (Figura 1F), facilitando a adubação, os tratos culturais e a colheita.
Fotos: Murilo Arruda

Figura 1. Poda de frutificação: planta antes da poda (A), sequência de passos para a poda (B e E) e resultado final (F).
Adubação
As quantidades, fontes e épocas de aplicação de fertilizantes para o guaranazeiro no Amazonas encontra-se na Tabela 1. Na Tabela 2, sugestão de fontes e suas respectivas quantidades de nutrientes para adubação do guaranazeiro. Nos primeiros 12 meses após o plantio, os adubos devem ser colocados ao redor e a 15 cm do colo da planta, em cobertura. Do segundo ao terceiro ano, a localização do fertilizante deverá ser disposta a partir de 20 cm do coleto, também de forma circular, numa faixa de 30 cm de largura. Do quarto ano em diante, a adubação será distribuída ao redor de toda a planta, a uma distância mínima de 50 cm do colo da planta, espalhando-o até o limite da projeção da copa. 
Tabela 1. Recomendação de adubação para o guaranazeiro no Estado do Amazonas.
Idade
Parcelamento
N
P2O5
K2O
Mg
B
Zn
g/planta
1° ano*
No plantio
-
25
-
-
-
-
3 meses após o plantio
8
-
24
5
1
1
Total adubo ao ano
8
16
24
5
1
1
2° ano*
1ª aplicação
8
50
-
5


2ª aplicação
8
-
24
-
1
1
3ª aplicação
8
-
24
-


Total adubo ao ano
24
50
48
10
1
1
3º ano*
1ª aplicação
18
50
-
10
-
-
2ª aplicação
18
-
24
-
1
1
3ª aplicação
36
-
48
-
-
-
Total adubo ao ano
72
50
72
10
1
1
1ª aplicação: final do período produtivo, logo após a poda de limpeza (janeiro).
2ª aplicação: logo após a poda de frutificação, lançamento de ramos novos (abril).
3ª aplicação: logo antes do início da floração (maio).
*Esta adubação deverá ser feita sempre até maio, mesmo que não se tenha completado os três meses.
Fonte: Embrapa Amazônia Ocidental, 2005.

Controle de pragas

O tripes (Liothrips adisi) é o inseto que causa os maiores danos ao guaranazeiro no Amazonas. Desenvolve-se (ovo, ninfa e adulto) geralmente na parte inferior de folhas em estádio inicial de desenvolvimento, onde causa deformações e queda, e nas inflorescências, provocando o secamento prematuro das flores. Essa espécie também ataca os frutos nos estádios iniciais de seu desenvolvimento, comprometendo o crescimento e a qualidade (Figura 2).
Fotos: Marcos V. B. Garcia 

Figura 2. Tripes (Liothrips adisi) (A); danos causados aos frutos (B) e folhas (C); desfolha do guaranazeiro causada pelo tripes (D).
Tabela 2. Recomendação de fontes e doses de fertilizantes para a cultura do guaranazeiro no Estado do Amazonas.
Idade
Parcelamento
Sulfato de amônia
Superfosfato simples
Cloreto de Potássio
Sulfato de Magnésio
Bórax
Sulfato de zinco
g/planta
1° ano*
No plantio
-
150
-
-
-
-
3 meses após o plantio
40
-
40
50
10
10
Total adubo ao ano
40
150
40
50
10
10
2° ano*
1ª aplicação
40
300
-
50


2ª aplicação
40
-
40
-
10
10
3ª aplicação
40
-
40
-
-
 -
Total adubo ao ano
120
300
80
50
10
10
3º ano*
1ª aplicação
90
300
-
50
-
-
2ª aplicação
90
-
40
-
10
10
3ª aplicação
180
-
80
-
-
-
Total adubo ao ano
360
300
120
50
10
10
1ª aplicação: final do período produtivo, logo após a poda de limpeza (janeiro).
2ª aplicação: logo após a poda de frutificação, lançamento de ramos novos (abril).
3ª aplicação: logo antes do início da floração (maio).
*Esta adubação deverá ser feita sempre até maio, mesmo que não se tenha completado os três meses.
Fonte: Embrapa Amazônia Ocidental, 2005.
Em sua fase jovem, o inseto apresenta coloração que varia do alaranjado ao avermelhado; quando adulto, torna-se negro, com 2,2 mm de comprimento, em média. Durante o período chuvoso, a população de tripes é relativamente baixa, e no início do período seco, que coincide com a floração e frutificação, o inseto se multiplica rapidamente.
O controle desta praga nas áreas experimentais da Embrapa Amazônia Ocidental tem sido feito com uso dos inseticidas acephate 75% (40 g do produto comercial em 20 litros de água), methamidophos 60% (30 mL do produto comercial em 20 L de água) ou ainda a deltamethrina 25% (10 mL do produto comercial em 20 L de água), preventivamente, a partir dos ramos novos (maio) até o início da frutificação (setembro). A aplicação sempre é feita após as 16h, período em que a visitação de polinizadores nas flores é mínima. Entretanto, esses produtos ainda estão em processo de registro provisório no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Controle de doença

Antracnose
Esta doença (Figura 3) é causada pelo fungo Colletotrichum guaranicola, que ataca a planta em qualquer estádio de desenvolvimento de forma altamente destrutiva. Nas plantas atacadas, o fungo induz o crestamento (queima) em folhas jovens, com sua subsequente queda. Em folhas novas, ainda em crescimento e antes da maturidade, os sintomas são lesões necróticas com formato variável de circular a elíptico, caracterizando o quadro da antracnose. 

Quando numerosas, essas lesões causam deformações e enrolamento das folhas, principalmente quando atingem as nervuras. Folhas maduras ou velhas não são infectadas. Ataques sucessivos deste fungo induzem a morte descendente dos ramos e por fim a da planta. O controle da antracnose pode ser obtido pelo emprego de pelo menos três estratégias: utilização de clones possuidores de alto níveis de resistência estável, aplicações regulares de fungicidas e redução de severidade de doença mediante utilização de podas em épocas pré-definidas.

Fotos: Murilo Arruda
  
Figura 3. Incidência de antracnose (Colletotrichum guaranicola) em folhas jovens do guaranazeiro, no detalhe (A), levando à má formação das folhas maduras (B).

Utilização de clones resistentes

A utilização de clones possuidores de altos níveis de resistência estável e previsível constituiu-se na estratégia de controle mais viável do ponto de vista socioeconômico e ambiental. Neste sentido, a Embrapa Amazônia Ocidental, através do seu programa de melhoramento genético do guaranazeiro, tem caracterizado os clones quanto ao nível de resistência, estabilidade e previsibilidade de resistência, frequência de infecção e também adaptabilidade dos clones a serem recomendados para o uso pelos produtores. Além de apresentarem estabilidade para resistência à antracnose, estes clones foram também selecionados com relação às características agronômicas adequadas ao manejo sustentável da cultura. Os clones BRS-Maués, BRS-Amazonas, BRS-CG-611, BRS-CG-648, BRS-CG-882 e BRS-CG-612 estão sendo recomendados para o cultivo em região e/ou locais onde a antracnose constituiu-se em fator de produção (Tabela 1). Para as regiões onde a antracnose não prevalece, ou seja, apresenta baixos níveis de severidade, podem ser utilizados os clones BRS-CG- 372, BRS-CG-189, BRS-CG-505, BRS-CG-610, BRS-CG-850 e BRS-CG-608 (Tabela 2).

Utilização de podas

Trabalhos executados no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental no Município de Maués têm demonstrado efeito positivo da poda do guaranazeiro em reduzir substancialmente a severidade da antracnose. Desta forma a poda pode constituir medida complementar de controle da antracnose, visando à redução da severidade da doença nos plantios efetuados com guaranazeiros suscetíveis.
Em princípio o objetivo da poda é estimular a planta a emitir novos lançamentos e subsequentemente novas folhas em época menos favorável à doença.
Baseados em testes efetuados no Campo Experimental de Maués, recomenda-se a realização da poda do guaranazeiro nos meses de abril e maio, preferencialmente entre a segunda quinzena de abril e a primeira quinzena de maio. A poda do guaranazeiro, visando diminuir a severidade da antracnose, é constituída pela redução de 50% do número de lançamentos e de 50% no comprimento dos lançamentos remanescentes e principalmente a eliminação das secções verdoengas dos lançamentos e das folhas fisiologicamente imaturas.

Utilização de fungicidas

O uso de fungicidas é a estratégia de controle mais prontamente disponível para estabilizar a produtividade em cultivos com clones altamente suscetíveis à antracnose, principalmente em regiões onde as condições favoráveis à doença prevalecem por um longo período de tempo e/ou em anos com período de precipitação pluviométrica prolongado. Para a maior eficiência de controle, os fungicidas devem ser aplicados cerca de três semanas após as podas, de abril e maio, e/ou quando aproximadamente 10% dos ramos apresentarem lançamentos com folhas novas.
Com base em experimentos executados no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental em Maués, os fungicidas1 azoxistrobin 0,1 L/ha, azoxistrobin 0,1 L/ha + difenoconazole 0,162 L/ha, tiofanato metílico 0,425 kg/ha, tebuconazole 0,16 L/ha e  flutriafol 0,125 L/ha controlam eficientemente a antracnose do guaranazeiro. Para a maior eficiência de controle, os fungicidas devem ser aplicados a intervalos regulares de 14 dias, perfazendo um total de três aplicações.

Superbrotamento

O fungo causador desta doença é o Fusarium decemcellulare (Figura 4), que provoca a inibição quase completa do florescimento e consequentemente da produção. O fungo induz a emissão de brotações sucessivas ao longo dos ramos, caracterizados pelo crescimento desuniforme e exagerado dos tecidos. Os sintomas aparecem em mudas e plantas adultas. Para o controle do superbrotamento, recomenda-se realizar inspeções fitossanitárias periódicas em intervalos regulares de 30 dias, a partir do mês de fevereiro até o mês de setembro. Durante as inspeções, eliminar as partes afetadas, seccionando-se o lançamento aproximadamente 10 cm abaixo do início do superbrotamento. É necessário que se proceda à poda fitossanitária, eliminando-se as partes da planta afetadas pela doença quando elas ainda estiverem verdes, de forma a prevenir maiores danos ao guaranazeiro. Quando a doença incidir nas inflorescências, recomenda-se eliminar todo o lançamento portador dessas doenças, seccionando-se 10 cm abaixo da última inflorescência a apresentar superbrotamento. As partes recepadas da planta devem ser retiradas das áreas de cultivo.
Fotos: Murilo Arruda

Figura 4. Superbrotamento em gemas vegetativas (A); Poda fitossanitária, 10 cm abaixo do início do superbrotamento em gema vegetativa (B); Retirada de partes de plantas infectadas (C); Superbrotamento em gemas florais (D); e Poda fitossanitária, 10 cm abaixo do início do superbrotamento em gemas florais (E).

Podridão-vermelha-das-raízes

Doença causada pelo fungo Ganoderma philippii, que ocorre quando a raiz do guaranazeiro entra em contato com restos de vegetação colonizados pelo fungo, como troncos apodrecidos que ficam no solo após a derrubada da mata. O sintoma inicial é um amarelecimento que começa de um lado da planta para depois se generalizar, causando seu secamento total. Verifica-se necrose extensiva na parte externa da raiz principal e no colo da planta (Figura 5), que apresenta coloração marrom-avermelhada; e as raízes mais novas ficam totalmente cobertas pelo fungo, o que lhes causa a morte. Para o controle, recomenda-se erradicar e queimar as plantas doentes evitando-se o replantio no mesmo local, retirar troncos e raízes apodrecidos ou não do local antes do plantio e evitar ferimentos nas raízes e colo da planta durante a realização dos tratos culturais.
Fotos: Firmino José N. Filho
 
Figura 5. Sitomas da podridão-vermelha-das-raízes do guaranazeiro.