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sábado, 12 de setembro de 2015

Cultura do Abiu

Abiu2 
Nome popular: abieiro
Família botânica: Sapotaceae
Origem: Brasil - Região Amazônica.


abiu

Características da planta: Árvore de até 10 m de altura, tronco de casca áspera, copa densa e esgalhada. Folhas lisas e brilhantes. Flores de coloração amarelo-avermelhada.
Fruto: De forma ovóide ou esférica, coloração amarela, casca lisa, apresentando látex leitoso que coagula em contato com ar. A polpa é translúcida, branca ou amarelada, mucilaginosa e doce. Encerra em seu interior de 1 a 4 sementes lisas e pretas.

Cultivo: Cresce espontaneamente na Amazônia, adaptando -se para cultivo nas regiões litorâneas do Oiapoque (AP) até Santos. Cultivada em quase todo o país, prefere solos profundos e humosos. Multiplica-se por sementes, produzindo 200 frutos por árvore, podendo atingir até 1.000 frutos. 
O abieiro é uma planta tropical, originária da região amazônica próxima às encostas andinas do Peru e do oeste da parte amazônica brasileira. A árvore e seu fruto, o abiu, são facilmente encontrados na forma silvestre por toda a Amazônia: alguns exemplares do abieiro fazem até parte da arborização urbana da região enfeitando praças de Manaus, sendo também encontrados nas cercanias de Belém. 
Apesar de ser mais conhecido na Amazônia, o abieiro cresce e frutifica em quase todo o Brasil litorâneo, por onde se espalhou sem pedir licença. 
A forma da fruta difere bastante de uma variedade para outra, podendo ocorrer frutos inteiramente redondos, ovais e mesmo alongados, todos eles do tamanho aproximado de um ovo grande de galinha ou de pata. Sua superfície é lisa e contém uma polpa gelatinosa, branca ou amarelada, às vezes adocicada, às vezes sem sabor e, às vezes, para o prazer de muitos, dulcíssima. 

 
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A FRUTA
A fruta é aproveitada quase sempre in natura podendo, porem, ser conservada até uma semana, quando refrigerada, ou então, processada como geléia. 
Como fruta fresca, deve ser consumida exclusivamente quando estiver bem madura e amarela, pois, do contrário, sua casca libera um leite branco e viscoso que adere aos lábios, provocando uma sensação bastante desagradável. Por outro lado, esse mesmo látex e um outro - que sai da casca da árvore -são utilizados na produção de cola e de remédios caseiros. 
O cultivo do abieiro é aparentemente simples, exigindo pouca fertilidade da terra e poucos cuidados, exceto quando a planta ainda é nova. 
Com 3 anos de idade inicia a frutificação, que se avoluma bastante a partir do quinto ano. Sendo o abiu fruto generoso, de árvore bonita e de abundante frutificação, basta um único abieiro num quintal caseiro para suprir toda uma família, seus agregados e vizinhos, da delicadeza dos sabores da fruta. 
Apesar de todas as suas excelências e qualidades, o abieiro permanece, no Brasil, como árvore frutífera de quintal e de pomares não-comerciais. 

INTRODUÇÃO

O Abieiro,planta considerada nativa do Brasil, mas infelizmente, relegada a um segundo plano, pelos órgãos de pesquisa no brasil, apesar de alto valor nutricional,medicinal e até comercial, no entanto na Nicarágua,em uma estação experimental, mantida pelo departamento de agricultura dos Estados Unidos, A CULTURA VEM SENDO LARGAMENTE ESTUDADA, vai acontecer o mesmo que aconteceu com o cupuaçu, já, já, os registros da cultura serão deles. 
Apesar do pouco estudo, em certas regiões do estado de S. Paulo a cultura vem sendo cultivada em escala comercial, com ótimos resultados. 
variedades,apesar da enorme variabilidade entre plantas nativas não há estudos que determinem padrões variétais , são epenas conhecidos como abiu roxo e amarelo. 
clima: planta de larga adaptabilidade, produz bem numa faixa de temperaturas média anual de 18 à 26 graus Celsius, mas não suporta geadas ou longos períodos com temperaturas abaixo de 12 graus c. 

 
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mudas: o sistema usado,é o semeio de sementes em sacos plásticos de 2 l., com duas a três sementes, desbastando-as para uma, após atingirem 30 cm. de altura, deixando somente a mais vigorosa, podendo também obter mudas através do sistema de alporquia, métodos, estes que serão divulgados mais tarde em novas postagens, com relação ao manejo do viveiro siga os mesmos métodos empregados na cultura do abacateiro. 
espaçamento: ainda sem estudos, mas pela logica e por ser planta vigorosa e de grande porte, devemos usar 10 x 8 ou 8 x 6 m entre ruas e plantas 
adubação: a mesma do abacateiro 
tratos culturais:
-capinas:com plantas em um estagio maior após o primeiro ano pode-se usar herbicidas no controle do mato(glyfosato), tomando o cuidado de não atingir as plantas(abiu),enfim a cultura deve ser mantida no limpo seje com capina manuais, químicas ou mecânicas. 
-culturas intercalares: até o terceiro ano pode plantar outras plantas de ciclo anual(grãos, leguminosas e etc.) 
-controle de pragas e doenças: planta extremamente rustica, pouco atacada por pragas e a única doença observada e que pode causar algum dano é a queima dos ponteiros, mas só ocorre em situação de baixa temperatura com umidade relativa alta. 
irrigação: lógico, havendo condições de irrigar(gotejamento ou micro aspersão), abrevia o inicio de produção pela metade do tempo( 3 a 4 anos para primeira colheita significativa) 

 
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colheita: É uma planta altamente produtiva, há casos de produzir de 30 a 40 cx k por planta, 100 t. ha. caso raro mas já constatado. 
Em condições de irrigação, após o terceiro ano, e em sequeiro ,aos sexto ano para inicio de produção. 
comercialização: pode ser comercializados em caixa tipo "k", mas ,melhor é em pequenas embalagens de 0,5 a 1 kg. aumenta o valor agregado,.



CURIOSIDADES SOBRE ABIU

 
Abiu

Família: Sapotaceae 
Nome científico: Pouteria Calmito 
Nome comum: Abiu, Abiurana 
Origem e distribuição: É encontrado em estado silvestre por toda a Amazônia e cultivada em quase todo o Brasil. 
O abiu é uma fruta encontrada em árvore de porte médio a alto, de 3 a 10 metros de altura. Em estado silvestre pode atingir até 20 metros. Possui uma copa bem diversificada com ramificações amplas e diâmetro de até 17 metros. As folhas exsudam um látex branco quando cortadas. 
Os frutos são bagas, de forma e tamanho variado. O peso médio é de 150 a 250 gramas, mas já foram encontrados espécies com até 1000 gramas. 
A casca é lisa, de 2 mm a 5 mm de espessura, cor amarelada quando madura e às vezes com estrias verdes. A polpa, de cor branca, creme ou amarelada, é translúcida, mucilagionosa, doce ou insípida, contendo de 1 a 4 sementes, não-aderentes à polpa, oblongo-ovóides, lisas e negras, com cerca de 3,5 cm de altura e peso de 4 gramas. Floresce em abril e outubro, frutificando em julho e dezembro na Amazônia Ocidental. 
Propagação: O método mais utilizado é por sementes, que são recalcitrantes, podendo haver propgação também por mergulhia e enxertia. A produção inicia, normalmente, no segundo ou terceiro ano após o plantio. 
Composição: Proteínas, ácido cítrico, acúcares redutores e acúcares totais. 
Uso; A polpa é consumida in natura.

A história do abiu

Nome do fruto – Abiu
Nome científico – Pouteria caimito (Ruiz & Pav.) Radlk
Família botânica – Sapotaceae
Categoria – 
Origem – Brasil – região amazônica
Características do abieiro – Árvore frequentemente com até 10 metros de altura, lactescente, tronco de casca áspera, copa densa e espalhada. O abieiro tem folhas lisas e brilhantes. Flores com pétalas de coloração amarelo-avermelhada.
Fruto do abieiro – O abiu é um fruto tipo baga, ovóide a globoso, apresentando látex leitoso que coagula com o ar, casca lisa e amarela. A polpa do abiu tem cor alva ou amarelada, mucilaginosa, comestível e adocicada.  O abiu contém de uma a quatro sementes lisas e pretas.
Frutificação do abieiro – Janeira a março
Propagação do abieiro – Semente
A história do abiu

O abieiro é uma planta considerada originária da região amazônica próxima às encostas andinas do Peru e do oeste da parte amazônica brasileira. A árvore e seu fruto – o abiu – são facilmente encontrados na forma silvestre por toda a Amazônia, assim como várias outras plantas da grande família das Sapotáceas, à qual pertence, assim como o sapoti, o caimito e o cutite.
Segundo Ivo Manica, o abiu já era muito conhecido nas civilizações pré-colombianas da América do Sul e Central, sendo até hoje apreciado e consumido nos aldeamentos indígenas amazônicos.
O abieiro é uma planta que produz uma grande quantidade de frutos, razão pela qual, na época da frutificação, é comum a presença de balaios de abius sendo comercializados nas feiras e mercados na região Norte do Brasil. Por ali, o abiu é muito popular, sendo raros os quintais ou pomares domésticos que não possuem pelo menos um exemplar da árvore de abiu. Os abieiros fazem até mesmo parte da arborização urbana da região, enfeitando praças de Manaus e também sendo encontrados nas cercanias de Belém.
Apesar de ser nativo da Amazônia, o abieiro cresce e frutifica em quase todo o Brasil litorâneo, por onde se espalhou sem pedir licença, sendo presença forte nas áreas litorâneas onde existem remanescentes da Mata Atlântica. Nessas regiões, ao contrário, em virtude do desmatamento generalizado, o abieiro tornou-se raro e o consumo do abiu, bissexto, assunto apenas para apreciadores que sabem onde encontrar uma ou outra árvore de abiu ainda produtiva.
A forma do abiu difere bastante de uma variedade para outra, podendo ocorrer frutas inteiramente redondas, ovais e mesmo alongadas, todas elas do tamanho aproximado de um ovo grande de galinha ou de pata. A superfície do abiu é lisa e contém uma polpa gelatinosa, branca ou amarelada, que pode ser tanto adocicada como sem sabor. Às vezes, no entanto, para o prazer de muitos, a polpa do abiu é dulcíssima: que o digam os pássaros e morcegos que se deliciam com o sumo dos abius.
Para Eurico Teixeira, o abiu pode ser considerado verdadeiro símbolo da pátria, por levar como bandeira suas cores principais: o verde e o amarelo.
A fruta é aproveitada quase sempre ao natural, podendo porém, ser conservada até uma semana quando refrigerada. Como fruta seca, deve ser consumida exclusivamente quando estiver bem madura e amarela, pois, do contrário, sua casca libera um leite branco e viscoso que adere aos lábios, provocando uma sensação desagradável.
Sendo o abiu fruta generosa, de árvore bonita e de abundante frutificação, basta um único abieiro num quintal caseiro para suprir toda a família da delicadeza dos sabores da fruta.
Apesar de todas as suas excelências e qualidades, o abieiro ainda permanece no Brasil apenas como árvore frutífera de quintal e de pomares não comerciais. Pesquisadores da Embrapa de Belém (PA), no entanto, já conseguem produzir abius pesando quase 1 kg, o que abre caminhos para o aproveitamento comercial da fruta.

Abiu, Plantas que Curam


 
abiu na medicina natural 
 
Descrição : Os frutos, ao natural, agem contra afecções pulmonares. A casca da planta é antidisentérica e baixa a febre. O azeite extraído das sementes abranda inflamações na pele. Árvore de até 10 m de altura. Tronco irregular, ramos novos com pilosidade ferrugínea. Folhas simples, obovadas ou elípticas, base aguda, glabras ou raramente com pêlos esparsos, nervuras proeminentes, de 5 a 20 cm de comprimento. Flores solitárias nas axilas das folhas ou em 2 a 5 fascículos, sésseis ou curtissimamente pediceladas, brancas ou branco-esverdeadas. Fruto baga, globosa ou oblonga, obtusa ou acumiada, amarela quando madura, com 1 a 4 sementes escuras com uma faixa mais clara num dos lados. É encontrado em estado silvestre por toda a Amazônia e cultivado em quase todo o Brasil 

Propriedades : adstringente, amarga, desinfetante, emoliente, nutriente, tônico. 
Indicações : afecção pulmonar, anemia, diarréia, disenteria, dor de ouvido, febre, inflamação, malária, malária, otite, sapinho da boca de criança, terçol. 
Modo de Usar : Além de ser um fruto comestível muito apreciado para sorvete, doces e ao natural.


Pouteria caimito ou Lucuma caimito.


Essa frutinha de nome esquisito vem ganhando notoriedade devido ao seu valor nutritivo e é um produto de exportação do Brasil, possui muitas indicações terapêuticas, como o tratamento da malária.
Descrição : Planta da família das Sapotaceae, também conhecida como abieiro, abi (agulha), abiiba, abio, abiu-grande, abiurana, caimito, caimito abiurana, guta, cauje, temare, caimo, madura verde.
Árvore que atinge até 10 metros de altura, com tronco irregular, ramos novos com pilosidade ferrugínea.
As folhas são simples, obovadas ou elípticas, de base aguda, glabras ou raramente com pêlos esparsos, nervuras proeminentes, de 5 à 20 centímetros de comprimento.
Possui flores solitárias nas axilas das folhas ou em 2 à 5 fascículos, sésseis ou curtissimamente pediceladas, brancas ou branco-esverdeadas.
A fruta do abiú é uma baga, globosa ou oblonga, obtusa ou acumiada, amarela quando madura, com 1 à 4 sementes escuras com uma faixa mais clara num dos lados.
Indicações : Anemia, diarréia, disenteria, dor de ouvido, malária, otite, sapinho da boca de criança, terçol.
A fruta, ao natural, agem contra afecções pulmonares. A casca da planta é antidisentérica e baixa a febre.
O azeite extraído das sementes abranda inflamações na pele.
Habitat : É encontrado em estado silvestre por toda a Amazônia e cultivado em quase todo o Brasil.
Plantio :
Multiplicação: reproduz-se por sementes;
Cultivo: Plantio em solos permeáveis e férteis, espaçamento de 6m X 6m, desenvolve-se em todo o Brasil, mas prefere as regiões litorâneas.
Colheita: Colheita dos frutos no outono, quando se retira as sementes para extração do óleo usado em otites e otalgias.
Propriedades : Adstrigente, amarga, desinfetante, emoliente, nutriente, tônico
Modo de Usar :
- Para terçol usar 1 a 2 gotas do chá em cada olho./p>
- Para otites e otalgia usar compressas mornas do chá.
- Os frutos são usados "in natura", quando bem maduros e na fabricação de sorvetes, doces, refrescos e geléias. Queda de cabelos e na alimentação de pessoas desnutridas, anêmicas, aliviar tosses, bronquites e afecções pulmonares;
- Decocção da casca: disenteria e febre.
- Látex do fruto: combater vermes, prisão de ventre, abscessos uso externo), herpes, verrugas.
- Óleo das sementes: inflamações em geral, principalmente da pele e otites (inflamação no ouvido).

Atividade antioxidante das frutas amazônicas abiu (Pouteria caimito), biribá (Rollinia mucosa) e cubiu (Solanum sessiliflorum) pelo método do seqüestro do DPPH.  

O interesse no estudo dos antioxidantes vem aumentando consideravelmente devido ao estudo do efeito das espécies reativas de oxigênio (ERO) e de nitrogênio (ERN) no organismo humano1 . Estudos tem demonstrado que populações com dietas a base de frutas e vegetais apresentam baixo índice de doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, mal de Alzheimer, entre outras. O efeito protetor desses alimentos tem sido atribuído à presença de compostos antioxidantes, tais como as vitaminas C e E e carotenóides β-caroteno e licopeno, além dos compostos fenólicos com destaque para as antocianinas presentes na maioria das frutas vermelhas e os ácidos fenólicos. Neste trabalho foi avaliada a atividade antioxidante dos extratos hidro-alcoólicos de três frutas da amazônia ocidental: abiu (Pouteria caimito), biribá (Rollinia mucosa) e cubiu (Solanum sessiflorum), pelo método do seqüestro do radical livre DPPH2 . 
Os frutos de abiu, biribá e cubiu foram adquiridos no estágio de maturação maduro, no mercado central de Manaus, Amazonas, em junho de 2010. Os frutos, após lavados e higienizados foram separados entre polpa, casca e semente e conservados sob congelamento até o momento das análises. 25 g de polpa de cada fruto foram homogeneizadas com 40 mL de metanol 50% por 1min em Mixer. Em seguida foram deixadas sob agitação por 2h a temperatura ambiente. Após isto foram centrifugadas a 15000 rpm por 15 min e o sobrenadante recolhido. O resíduo, após adição de 40 mL de acetona 70%, foi submetido a agitação por mais 2h a temperatura ambiente. O procedimento de centrifugação foi repetido e os sobrenadantes foram combinados e concentrados em rota-evaporador a 40 °C para a remoção dos solventes orgânicos. As fases aquosas obtidas de cada fruto foram utilizadas para as análises. O teste do seqüestro do DPPH (difenilpicrilhidrazil) foi efetuado com alíquotas de 50, 40, 30 e 20 µL dos extratos em 3,0 mL de solução de DPP
μg/mL em metanol para cada fruta e comparados ao antioxidante BHT. Neste ensaio foi utilizado pirogalol (0,5% em MeOH) como substância referência com poder de seqüestrar 100% dos radicais. As atividades antioxidantes das substâncias testadas foram calculadas em relação ao pirogalol, e o declínio da concentração do radical foi monitorado por espectrofotometria no visível em λ = 517 nm, após 30 min. 
De acordo com os valores de IC50 observados, o cubiu (IC50 9,90 mg/mL) e o abiu (IC50 13,93 mg/mL) apresentaram atividade de seqüestro do DPPH próximas, muito superiores ao biribá (IC50 802,75 mg/mL), mas inferiores ao antioxidante comercial BHT (IC50 3,82 mg/mL). Estes reasultados são significativos, levando-se em conta que o BHT é um antioxidante puro, sendo comparado a extrato de frutas, o que demonstra o potencial do uso destas como fonte dietética de antioxidantes naturais.