terça-feira, 20 de julho de 2021

Condução e Podas na Pitaya

 

Condução da planta

Após o estabelecimento da muda, se da o surgimento de brotações laterais denominadas cladódios (caule modificado adaptado à realização de fotossíntese, característico das plantas xerófitas).

O indicado é que estes brotos vegetativos laterias (ramos ladrões) sejam removidos através de podas, principalmente pela poda de formação. Com o auxílio de uma tesoura de poda realiza-se a eliminação dos brotos, deixando apenas um ou dois, que serão conduzidos até a parte suerior do mourão.

Quando a planta alcançar a parte superior do suporte do mourão, deve-se deixar todos os cladódios crescerem e desenvolverem, pois estes originarão os cladódios produtivos.

A necessidade de se produzir frutas de qualidade é um objetivo sempre buscado pelo produtor, pois está diretamente relacionada a  rentabilidade do pomar. A poda está entre os fatores que contribuem de forma significativa para a colheita uniforme, além de propiciar melhor qualidade às frutas.

Considera-se que a poda é o conjunto de cortes feitos numa planta, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar a qualidade das frutas. Além disso, essa técnica auxilia na manutenção da forma da planta de acordo com os propósitos econômicos de sua exploração.

Em fruticultura, observa-se que em plantas já produzindo, é comum encontrar um excesso de sombreamento interno de sua copa, além de ramos indesejáveis. Após alguns anos, na maioria das frutiferas é frequente o declenio da produção de frutos em alguns ramos. Isso ocorre devido ao secamento de galhos, seja por doenças ou pragas.

Para o sucesso na poda é necessário ter conhecimento do hábito de vegetação e frutificação das plantas. Dessa forma, pode-se fazer o uso correto e o tipo de poda apropriada. No caso específico da pitaia, a poda ainda está sendo estudada com mais ênfase, mas é possível se fazer uma recomendação com base nos trabalhos já conclui­dos.

É recomendada a condução das mudasde pitaia em haste única, o que contribui para o seu rápido desenvolvimento

(MARQUES, 2008). Essa forma de condução pode ser feita eliminando-se as brotações laterais por meio de podas,

deixando-se apenas as brotações mais bem localizadas no sentido vertical. Esses ramos podados podem ser utilizados para propagação de novas mudas.

Após atingirem a altura para abertura da copa, previamente definido de acordo com o tutoramento e a condução, deve-se favorecer o surgimento das brotações laterais, as quais originarão os frutos, pelo arqueamento dos ramos.

Objetivo definido

A poda de frutificação ou produção da pitaia tem os seguintes objetivos:

-Otimizar o vigor das plantas com o intuito de produzir frutos em maior quantidade e qualidade;

-Favorecer o manejo das plantas pelo porte adequado;

-Eliminar (cortar) ramos desnecessários, inconvenientes, doentes, praguejados e secos;

-Disponibilizar ramos (cladódios) adequados para a produção de mudas destinadas a novos plantios.


Benefícios da poda

-Facilita o manuseio da planta;

-Reduz o sombreamento;

-Melhoria na qualidade das frutas;

-Melhoria do arejamento da planta;

-Manutenção de uma arquitetura adequada a cada espécie;

-Eliminação de partes indesejáveis da planta;

-Propicia rejuvenescimento da planta;

-Minimiza o surgimento de pragas e doenças.

Quando podar

Recomenda-se que a poda seja feita no período de repouso vegetativo, coincidindo com o período frio do ano. No início do desenvolvimento das plantas no campo, recomenda-se que sejam feitas desbrotas dos ramos novos, para que a planta cresça verticalmente até atingir o topo do moirão, ou qualquer outro suporte.

O objetivo é deixar somente o ramo principal, para que a planta disponibilize suas reservas somente para o ramo principal. Posteriormente à primeira produção de frutos, torna-se necessário podar aqueles cladódios que já produziram grande número de frutos, pois sua produtividade será baixa nas próximas safras.

Vale ressaltar que essa última técnica deve ser realizada com cautela para que não sejam retirados cladódios com potencial de produção. Por último, recomenda-se podar os ramos que brotam no sentido vertical, pois os mesmos não produzem satisfatoriamente.

As podas regularizam a produção, aumentam e melhoram a qualidade das frutas 

Tipos de podas

Dentre as diversas práticas agronômicas presentes no cultivo da pitaia, a poda é uma das mais importantes, sendo comumente realizadas as podas de formação, de produção e de limpeza.

Poda de formação

Esta poda visa moldar e definir a arquitetura da planta, além de eliminar brotações improdutivas, sendo sua principal função a promoção de um ambiente favorável para o desenvolvimento e adaptação do ramo principal ao sistema de apoio, proporcionando assim uma maior área efetiva de exposição à luz solar.

Seis meses após o transplante da muda para o campo, deve-se selecionar o número de cladódios desejados para formar a estrutura da planta, e amarra-los ao suporte para direcionar o seu crescimento. Ao atingir o suporte do mourão, os cladódios emitidos acima do mesmo devem ser mantidos, já que serão os brotos produtivos. Os cladódios que forem emitidos lateralmente abaixo do suporte do mourão e rentes ao solo, devem ser eliminados, pois estes são poucos produtivos e acabam atrapalhando o crescimento e o desenvolvimento da planta e dos frutos.

É importante que todas as ferramentas utilizadas para a eliminação dos cladódios sejam esterilizadas, a fim de minimizar o risco de contaminação da planta a cada corte.

Poda de produção

A poda de produção também conhecida como poda de desbaste, consiste na eliminação dos cladódios improdutivos encontrados na planta. Este tipo de poda visa concentrar a produção em menos cladódios, obtendo frutos de maior tamanho e melhor qualidade.

Deve ser realizada após o primeiro ano de estabelecimento da cultura, uma vez que a estabilização da produção se dá a partir deste ano, devido ao maior vigor e elevada taxa de crescimento da planta.

As ferramentas utilizadas durante o processo da poda também, devem ser esterilizadas, a fim de reduzir possíveis infecções da planta.

Poda de limpeza

A poda de limpeza é realizada com a finalidade de remoção das partes da planta afetadas por algum tipo de agente patogênico ou inseto, e/ou as partes da planta que não se desenvolveram ou se encontram secas.

As partes afetadas da planta devem ser removidas e enterradas à uma profundidade mínima de 30 cm, reduzindo a possibilidade de sobrevivência a disseminação do inóculo do patógeno ou inseto.

Nesta poda, salinta-se ainda mias a importancia da desinfecção das ferramentas utilizadas a cada corte realizado na planta, pois o risco de contaminação entre as plantas é mais elevado.




quarta-feira, 14 de julho de 2021

Cultivo da Uvaia

 

Nome científico: Eugenia pyriformis Cambess

Nome popular: uvaia, uvalha, ubaia, uvaia-do-cerrado, ubaia.

Família botânica: Myrtaceae

Distribuição Geográfica e Habitat: Encontrada no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. No Brasil, ocorre na Floresta Estacional Decidual, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Mista, no Cerrado e na Mata Ciliar.

Características gerais: E. puriformis é a espécie mais comum de uvaia, embora existam outras espécies. Das frutas nativas dessa família, é uma das mais reputadas e conhecidas, embora pouco cultivada. Recente publicação da Sociedade Brasileira de Fruticultura dá informações sobre essa fruta (SARTORI E OUTROS, 2010). Esses autores citam a existência de vários tipos e variedades de uvaia (ver INFORMAÇÕES ADICIONAIS, ao final deste artigo). No geral, a fruta é de tamanho pequeno, com peso médio entre 20 e 25 g, casca lisa e fina, amarela a alaranjada, contendo uma a três sementes por fruto. O rendimento de polpa é bom, com até 80% do peso do fruto, e as cascas são comestíveis também. Como o fruto é mole, é fácil separar a polpa e a casca das sementes.

Clima e Solo: Pode ser encontrada em temperaturas entre 9,4 a 26,4 °C, com chuvas uniformemente distribuídas na Região Sul e periódicas, nas demais regiões. O regime de precipitação pluvial média anual pode ocorrer desde 1.100 mm no Estado de São Paulo, a 2.300 mm no Paraná. Suporta geada. Requer solos de alta fertilidade, bem drenados, úmidos, com textura areno-argilosa. Pode ocorrer em solos graníticos até eruptivos, sedimentares e aluvionais.

Usos: O fruto é muito perecível, devendo ser colhido com cuidado e transportado em caixas, em pequenas camadas, para utilização imediata, ou congelamento. Os usos mais comuns são para suco, geleia, doces, licores, sorvetes e outros produtos. A polpa do fruto pode ser conservada a -18 oC, em sacos plásticos ou câmaras frias, ou freezer comum, podendo ser utilizada para se fazer os produtos usuais. O uso medicinal da uvaia ainda não é conhecido. Como não há produção comercial importante, mas apenas de plantas esparsas em pequenos pomares, a uvaia não aparece regularmente nos mercados, apesar de ser bem reputada nas regiões onde há produção, principalmente para se fazer sorvetes.

Curiosidades: É polinizada principalmente por abelhas. A dispersão é por gravidade ou zoocórica realizada por aves e mamíferos.  Eugenia é dedicado a Francisco Eugenio de Saboya – Carignan, chamado príncipe de Saboya, generalíssimo imperial de notável talento militar e propetor das artes; o epíteto pyriformis significa fruto em forma de pêra. O seu nome deriva do tupi iwa, ubaia ou ybá-ai, e quer dizer fruto azedo.

Típica da Mata Atlântica, a uvaia é conhecida como uma fruta do mato. Seu sabor é intenso, assim como seu perfume. O sabor, apesar de intenso, pode não agradar a todos por ser azedo, e desse fato que surgiu seu nome ubaia, que em tupi significa fruto azedo.

 A fruta é amarela, arredondada e possui duas sementes de aproximadamente quatro centímetros de diâmetro. De flor branca, a árvore é comumente plantada para uso doméstico, uma vez que seus frutos amassam, oxidam e ressecam com facilidade, tornando pouco viável a sua comercialização.

 Você pode até encontrar a uvaia in natura fora de época, mas como os frutos da uvaieira amassam, oxidam e ressecam muito facilmente, é mais viável preferir a época da frutificação, que ocorre entre setembro e janeiro. Fora de época, melhor optar por produtos derivados da fruta, como sucos, compotas, geleias e outros.

 Chega a ter de seis a treze metros de altura, mas existem variações da espécie que crescem em pequenos arbustos de até um metro de altura. A uvaia, por ser nativa da Mata Atlântica, é muito usada em diversos projetos de reflorestamento, servindo de alimento para aves e pequenos animais, os atraindo novamente para seu habitat.

 Primeiramente, a uvaia tem um alto benefício ecológico. Como é uma planta nativa da mata atlântica e pelo seu fruto saboroso até para os pássaros, a uvaieira é muito utilizada em projetos de reflorestamento em áreas degradadas, de preservação permanente e plantios mistos. Sua madeira não é comercialmente utilizada, sendo apenas usada por locais para utilidades domésticas (lenha, moirões etc).

 Seus frutos são ricos em vitamina A e C (quatro vezes mais que a laranja), combatendo desta forma os radicais livres e, consequentemente o envelhecimento celular.

 É eficaz na prevenção de alguns males que afetam nossa saúde como doenças cardiovasculares, câncer, doenças derivadas do envelhecimento, além de serem muito indicados para acompanhamento no tratamento de HIV, no tratamento de tumores, malária, processos inflamatórios e para diminuir o nível de ácido úrico.

 Nome e Significado: Uvaia vem do Tupi, e significa ”Fruta ácida”. Também é conhecida como Orvalha e Uvalha.

 Origem: Originaria da floresta atlântica desde São Paulo até o Rio Grande do Sul, Brasil.

 Características: Árvore pequena de 4 a 12 metros de altura com copa arredondada ou em forma de taça de 2 a 4 metros de diâmetro com tronco reto e na maioria das vezes é dividido em varas eretas de 10 a 50 cm de diâmetro, com casca castanha esverdeada, fissuras longitudinais que se descamam em placas finas no inicio da primavera. As folhas são opostas, simples, glabras (sem pelos) de textura subcoriácea (pouco rija). O limbo ou tecido foliar tem forma lanceolada com base obtusa ou arredondada e ápice agudo ou acuminado (que termina em ponta fina) medindo 2,5 a 5,5 cm de comprimento por 0,6 a 1,4 cm de largura sob pecíolo de 0,2 a 0,4 cm de comprimento. As flores são hermafroditas, axilares (nasce na junção da folha e ramos da brotação do mesmo ano) sob pedúnculo ou haste de 1,4 a 2,2 cm de comprimento, cíclicas (com vários ciclos), diclamídeas (com dois envoltórios).  O botão é protegido por com 2 brácteas (tipo de folha modificada) e o cálice (invólucro externo) é composto de 4 sépalas livres, desiguais e pubescentes (coberta de pelos curtos). A corola (invólucro interno) é formada de 4 pétalas obovadas (com forma de ovo, só que a parte mais larga voltada para o ápice), brancas e livres.

 Dicas para cultivo: É planta extremamente adaptável podendo ser cultivada em climas com temperaturas anuais entre 18 a 26 graus, resistindo bem a geadas de até menos 4 graus negativos, frutifica em altitudes desde o nível do mar no Rio de Janeiro até 1,200 na zona da mata Mineira. Em seu lugar de origem as chuvas vão de 1.200 a 1.800 milímetros anuais; vegetando bem nos mais variados tipos de solos, ácidos ou alcalinos, argilosos ou arenosos, mais que de preferência tenham fertilidade e umidade natural. Começa a frutificar com 2 a 4 anos de idade a depender da variedade.

 Mudas: As sementes são redondas e de coloração creme, recalcitrantes (perdem o poder germinativo em 20 dias). Por isso recomendo que semeia 2 sementes diretamente em saquinhos individuais com substrato de 50% de terra e 50% de matéria orgânica bem curtida. A germinação se dá em 40 a 60 dias, e as mudas atingem 35 cm com 11 a 12 meses após a germinação.

 Plantando: Recomendo que seja plantada a pleno sol num espaçamento 4 x 4 m para uvaia pêra e uvaia doce e 6 x 6 m para Uvaia acida do mato. As  covas devem ter 50 cm nas 3 dimensões e convém misturar 30% de areia saibro + 30% de matéria orgânica aos 30 cm de terra da superfície da cova. Deixar curtir por 2 meses, e depois já se pode plantar na melhor época que vai de setembro a novembro, convém irrigar 10 l de água após o plantio e a cada 15 dias se não chover.

 Cultivando: A planta cresce rápido e não necessita de cuidados especiais, apenas deve-se cobrir a superfície com pó de cerra e eliminar qualquer erva daninha que possa sufocar a planta. Adubar com 2 kg de composto orgânico feito de esterco de galinha curtido e 30 gramas de NPK 10-10-10. Distribuir os nutrientes à 5 cm superficialmente a 20 cm do caule no inicio do mês de outubro.

 Usos: Frutifica nos meses de Setembro a novembro. Os frutos são consumidos in-natura e na forma de sucos. A fruta tem grande potencial para fabricação de bebida fermentada como vinho e ótimo vinagre. A polpa também produz um delicioso sorvete.

Uvaia uma fruta da Mata Atlântica

uvaia fruta



Então, confira os benefícios da Uvaia para saúde.

  Para Ácido Úrico: A uvaia contem ácido úrico está entre as substâncias naturalmente produzidas pelo organismo. Ele surge como resultado da quebra das moléculas de purina, uma proteína contida em muitos alimentos.

  Para Malária: Há uma poderosa substância encontrada na uvaia que a faz estar entre os Remédios Naturais para Malária, semelhante ao quinino, que tem sido diretamente associada a neutralização desses parasitas da malária de indução.

 Você pode extrair essa substância para uma dose concentrada ou simplesmente adicionar algumas deliciosas uvaia a sua dieta diária. As uvaia estão amplamente disponíveis em áreas tropicais e pode fazer maravilhas para a promoção da saúde em geral e na rápida recuperação.

 Para o Câncer: Por ser rica em antioxidantes , antocianinas, carotenoides e flavonoides, a uvaia livra o corpo de radicais livres que podem alterar o DNA das células e causar diversos tipos de cânceres.

  Para Doenças Cardiovasculares: A uvaia também exerce efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular. É rico em flavonoides, nomeadamente, procianidina, catequina e epicatequina, que possuem propriedades antioxidantes e ajudam a proteger as células dos danos enquanto fortalecem o coração.

 Também ajuda a melhorar a função endotelial e estimular o colesterol HDL benéfico. Isso ajuda na prevenção da formação de coágulos sanguíneos fatais, que podem levar ao acidente vascular cerebral ou à insuficiência cardíaca.

  Para o Envelhecimento: A uvaia contêm licopeno, um nutriente que é raramente encontrada em outros alimentos. O licopeno protege o corpo contra os raios ultravioletas nocivos, mantendo a pele com uma aparência mais jovem e saudável. A maioria das frutas e legumes possuem os melhores nutrientes quando comidos crus.

  Para Radicais Livres: A uvaia contém compostos, como flavonóis e antocianinas, que lhe conferem potentes propriedades antioxidantes e tornam útil para mantê-los saudáveis. Nossos corpos geram radicais livres durante o funcionamento normal.

 Estes radicais livres podem causar danos celulares e estão implicados em uma variedade de problemas, que vão desde doenças autoimunes, câncer e catarata até doenças cardiovasculares e neurodegenerativas, artrite reumatoide e envelhecimento.

uvaia arvore



 Uvaia tem Alto teor de Vitamina C: Complementando a importância ecológica da Uvaia, a fruta tem aproximadamente quatro vezes mais vitamina C do que a laranja.

 Uvaia Contém Vitamina A: Além do alto teor de vitamina C, a uvaia contém uma considerável quantidade de vitamina A para contribuir às suas necessidades diárias deste nutriente.

 Seu consumo é mais comum na forma de sucos, compotas, mousses, doces, flans e sorvetes, assim como em geleias, vinagres, licores e outros. No entanto, é preciso cuidar com a quantidade de açúcar usado para que não se torne muito calórica. Seu consumo é pouco aceitado in natura devido ao seu sabor forte e azedo, mas se apreciar o sabor, não existem contraindicações nessa forma de consumo


Geleia de Uvaia

 Ingredientes

 ► 600g de polpa de uvaia (sem as sementes claro)

 ► 1 xícara (chá) de água mineral

 ► 400g de açúcar cristal

 Modo de Preparo

 Bata a polpa com a xícara de água no liquidificador, passe pela peneira e junte o açúcar cristal. Leve ao fogo numa panela grande de fundo grosso e cozinhe mexendo sempre até atingir o ponto de geleia (ao pingar num prato ela não escorre). Coloque em vidros esterilizados com água fervente e bem secos e guarde na geladeira.

 A geléia é saborosa e mantém todas as propriedades da fruta podendo ser consumida com pães, torradas e bolos. Quando bem armazenada, cada pote tem validade de até 2 meses guardada na geladeira, por isso, siga todas as instruções de armazenagem corretamente.




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