quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Custo de Produção da Acerola




Custo de produção e receita estimada

Os custos de implantação, manutenção e produção de um pomar de aceroleira variam evidentemente, conforme o local em que ele seta instalado, a finalidade da produção e as práticas culturais adotadas.
Dadas as perspectivas e a viabilidade econômica do cultivo da aceroleira nas áreas irrigadas do Nordeste, na Tabela são apresentados os principais coeficientes técnicos da produção dessa cultura na região do Submédio São Francisco. É importante assinalar que essa planilha deverá ser ajustada, no caso da instalação de pomares de aceroleira para fins de exportação em agro ecossistemas diferentes, ou em função de novos conhecimentos gerados.

Na falta de informações sistematizadas sobre os preços praticados nos mercados importadores, estimou-se uma receita bruta a partir do preço que a indústria local paga por frutos de primeira qualidade.
Considerando a possibilidade de que um pomar de aceroleira sob condições irrigadas atinha, após o segundo ano, níveis de produtividade de 18t/ha/ano e que o preço praticado seja de US$0,60/kg da fruta, estima-se uma renda bruta em torno de US$10.800ha/ano, ao preço da primeira quinzena de junho de 1993. Calculando ainda que a produtividade potencial de um pomar após sua estabilização, seja da ordem de 100kg fruta/planta/ano, equivalentes no espaçamento de 4,0 x 4,0m a 62t/ha/ano, um nível perfeitamente atingível pelas aceroleiras, e admitindo a mesma remuneração de US$0,60/kg/fruta ao preço da primeira quinzena de junho de 1993, estima-se uma receita bruta de aproximadamente US$37.000ha/ano.
O custo operacional de produção, a partir do quarto ano, segundo a CODEVASP citado por Viglio (1993), situam-se em torno de US$1.977/ha, não incluindo os custos da infra-estrutura de irrigação.

Tabela. Coeficiente técnico para implantação e manutenção da cultura da aceroleira no espaçamento de 4,0 x 4,0m.



Ano I
Ano II
Ano III
Discriminação
Unidade





Quant.
Quant.
Quant.
1.INSUMOS




1.1. Mudas (plantio + replantio)
Um
670
-

1.2. Tutores
Um
670
-

1.3. Fertilizantes




Uréia
Kg
130
260
260
Super fosfato simples
Kg
350
-
350
Cloreto de potássio
Kg
130
260
260
1.4. Corretivos




Calcário
T
2,5
-
-
Gesso
kg
500
-
-
1.5. Adubo orgânico




Esterco
M3
20
30
30
1.6. Defensivos




Oxicloreto de cobre
kg
-
10
10
Triclorfon
L
2,0
3,0
3,0
Formicida
Kg
5,0
3,0
2,0
Espalhante adesivo
L
01
02
01
Óleo mineral
L
01
01
01
Material p/cobertura morta
M3
06
-
-
Carbamato
L
01
02
02
1.7. Água
M3
16.000
16.000
16.000
2. PREPARO DO SOLO




2.1. Roçagem e destoca
H/D
80
-
-
2.2. Aração
H/Trat.
04
-
-
2.3. Gradagem
H/Trat.
02
-
-
2.4. Marcação da área
H/D
03
-
-
2.5. Coveamento
H/D
12
-
-
2.6. Adubação básica e cobertura morta
H/D
10
08
08
2.7. Plantio/Tutoramento/Replantio
H/D
05
-
-
2.8. Calagem
H/Trat.
02
-
-
3. TRATOS CULTURAIS




3.1. Coroamento
H/D
9x3
9x3
9x3
3.2. Poda de formação e corretiva
H/D
3,0
5,0
5,0
3.3. Capina mecânica
H/Trat.
4x2
4x2
4x2
3.4. Cobertura morta
H/D
06
06
06
3.5. Pulverização Motorizada
H/Trat.
6x2
6x2
6x2
3.6. Aplicação de calcário e incorporação
H/Trat.
04
-
04
3.7. Pulverização manual
H/D
06
12
12
3.8. Irrigação






Ano I
Ano II
Ano III
Discriminação
Unidade





Quant.
Quant.
Quant.
3. TRATOS CULTURAIS (Continuação)




3.8. Irrigação




Localizada
H/D
15
15
15
Aspersão
H/D
50
50
50
3.9. Controle de formiga
H/D
06
04
04
3.10. Colheita
H/D
16
480
1.400
4. OUTROS CUSTOS




4.1. Energia p/irrigação (depende do projeto)




4.2. Tesoura de poda
Um
02
-
02
4.3. Serrote de poda
Um
02
-
02
4.4. Cordão ou barbante
Rl
04
-
-
4.5. Caixa colheita capacidade 20kg
Cx
10
30
50
4.6. Transporte interno



Caracteristicas da Acerola

 
Acerola
A aceroleira (Malphigia glabra L.) é uma planta originária das Antilhas e cultivada em escala comercial em Porto Rico, Havaí, Jamaica e Brasil.

É uma fruta atrativa pelo seu sabor agradável e destaca-se por seu reconhecido valor nutricional, principalmente como fonte de vitamina C, vitamina A, ferro, cálcio e vitaminas do complexo B (Tiamina, Riboflavina e Niacina). Consumida tanto in natura como industrializada, sob a forma de sucos, sorvetes, geléias, xaropes, licores, doces em caldas entre outras.
A área cultivada no Brasil é estimada em cerca de 10.000 ha, com destaque para a Bahia, Ceará. Paraíba e Pernambuco, que juntos detém a 60% da produção nacional. A maior parte dos pomares de acerola é formada com mudas oriundas de sementes. Por isso apresentam grande variabilidade genética quanto à produtividade, porte, arquitetura da copa, rendimento de polpa, cor, sabor, consistência e tamanho do fruto.
Trabalhos de pesquisa realizados na Estação Experimental da CEPLAC, em Belmonte (BA) resultaram na seleção de clones de aceroleiras com características desejáveis, relacionadas ao porte da planta, produtividade e qualidade de frutos nos frutos. Foram selecionados 12 clones com produção variando de 40 a 66 kg/planta/ano com destaque para os clones CEPEC 164 e CEPEC 305 com produção superior a 60 kg/planta/ano. Produção bem acima da média dos plantios comerciais que é de 20 a 27 kg/planta/ano. Para plantios comerciais recomendam-se clones com produção acima de 60 kg/planta/ano ( Donadio et.al., 1998)
Além da produtividade as características químicas exigidas pelo mercado estão relacionados a cor, Brix e vitamina C (Quadro 1).
Quadro 1 - Algumas exigências de exportação de acerola para Europa e Japão.

Características

Exigências
Coloração
Vermelha
Sólidos solúveis (ºBrix)
Mínimo de 7,0
Vitamina C (mg/100g)
Mínimo de 1000mg/100g (Europa e Japão




ACEROLA, PLANTAS QUE CURAM


ACEROLA COMBATE FALTA DE VITAMINA C E ANEMIA



Fadiga, perda de apetite, sonolência, palidez, irritabilidade, pequenas hemorragias na pele, inflamação da gengiva e demora na cicatrização de ferimentos são algumas das manifestações clínicas da falta de vitamina C no organismo. Pesquisa realizada com cerca de 100 meninas e meninos matriculados em creches municipais de João Pessoa, capital da Paraíba, mostrou que quase 70% dessas crianças apresentavam níveis baixos de vitamina C no sangue. As crianças com carência de vitamina C passaram a tomar, na hora do almoço, um copo de 150 mililitros de suco de acerola. Depois de cerca de um mês, a grande maioria já apresentava níveis adequados de vitamina C no sangue. O estudo foi realizado por Maria José de Carvalho Costa, da Universidade Federal da Paraíba, e sua equipe.
A vitamina C estimula o organismo a absorver ferro, mineral indispensável ao bom funcionamento das células vermelhas do sangue. Uma dieta pobre em vitamina C pode, portanto, acarretar uma deficiência de ferro e, conseqüentemente, desencadear um quadro de anemia. Dessa forma, não surpreende que, entre as crianças das creches municipais de João Pessoa, a proporção de casos de anemia tenha sido maior entre os meninos e meninas que apresentavam carência de vitamina C. Porém, o tratamento com suco de acerola também ajudou a combater a anemia, normalizando os níveis de hemoglobina (molécula responsável pelo transporte de oxigênio no sangue e que confere a esse líquido sua coloração vermelha característica).
“A acerola é uma fruta especialmente rica em vitamina C, além de ser também fonte de pró-vitamina A, ferro e cálcio”, afirmam Maria José e sua equipe em artigo publicado na Revista de Nutrição (volume 14; número 1). De acordo com os pesquisadores, “o Nordeste brasileiro é um dos maiores produtores e exportadores do fruto no país, especialmente os estados da Bahia, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, que dispõem de condições climáticas ideais para o desenvolvimento da aceroleira, que se adapta muito bem ao clima tropical e subtropical”. Já que, no Nordeste, a acerola é facilmente encontrada e tem um custo relativamente baixo, Maria José e sua equipe recomendam que essa fruta seja incluída em “programas de alimentação para populações de alto risco para anemia”.



Antioxidante (graças ao seu teor em vitamina C), estimulante em caso de doenças infecciosas, remineralizante.  

Indicações da acerola: No tratamento e na prevenção de doenças infecciosas como a gripe (como complemento a outros tratamentos), a síndrome gripal, a angina  (como complemento a outros tratamentos), os resfriados, a astenia (fadiga), etc. 
Os índios da Amazônia a utilizam contra a diarréia e os ditúrbios hepáticos [fonte: wikipedia France, out. 2009]

Efeitos secundários: Desconhecemos

Contra-indicações: Desconhecemos

Interações: Desconhecemos

Preparações à base de acerolaComprimidos mastigáveis de acerola

Cápsulas de acerola

 de acerola (ex. de posologia, tomar 1 colher de café de pó de acerola, 1 a 2 vezes ao dia)

Soluções bebíveis à base de acerola

Suco de acerola, consumido em todo o Brasil, em restaurantes, lanchonetes e bares, devido à sua alta concentração em vitamina C. Consumido também por índios da Amazônia. 

Onde cresce a acerola?: A acerola cresce principalmente na América do Sul, no Brasil.  

Observações interessantes: A acerola é uma planta bastante popular na América do Sul, principalmente no Brasil. De fato, os frutos da acerola (cerejas) são muito ricos em vitamina C,  falamos em uma concentração de 10 a 30 vezes maior do que a contida na laranja! (fonte: wikipédia France)  
As virtudes da vitamina C são inúmeras e exercem um efeito bastante favorável na prevenção e no tratamento de diversasdoenças infecciosas. Uma cura à base de acerola pode portanto, ser bastante benéfica, sobretudo no inverno, contra a gripe e a tosse. 

Nome científico: Malpighia glabra

Família: Malpighiaceae.

Constituintes químicos: ácido ascórbico (2-4%); ácido l-málico; ácido pantotênico; betacaroteno; carboidratos; caroteno; dextrose; frutose; hesperidina e outros bioflavonóides); limoneno; mucilagem; niacina; proteínas 4 g%, pró-vitamina A; riboflavina; rutina, sais minerais (ferro, cálcio 12 mg %, flúor 11 mg%, fósforo, magnésio, potássio, sódio); sucrose; tiamina; vitamina B6; Vitamina C (1- 5 g/100 mL).

Propriedades medicinais: adstringente, antianêmica, antidiarréica, antiescorbútico, antifungal, antiinflamatória, aperiente, cicatrizante, mineralizante, nutritiva, vitaminizante.

Indicações: afecções da vesícula biliar, afecções do fígado; afecções pulmonares, anemia; auxiliar em tratamentos do fígado ou disenterias; carência de vitamina C, cicatrização de feridas; diabetes, dieta de lactentes, crianças e adolescentes, de gestantes e nutrizes e de pacientes desnutridos, convalescentes e em processo de desgaste físico; diminuir a ocorrência de doenças infecciosas e de dores musculares e articulares; disenteria; estomatite, fadiga, gravidez, gripes, hemorragias nasais e gengivais; hepatite virótica, infecção bucal, irritabilidade, melhorar o sistema imunológico; perda de apetite; poliomielite, previnir debilidade, resfriado, reumatismo, stress, tuberculose pulmonar, varicela. Como fitocosmético: hidratante capilar e condicionador capilar, protetor contra infecções. Pesquisas indicam o ácido escorbútikco contra o envelhecimento celular graças à sua ação antioxidante e sequestrante de radicais livres. Os sais minerais da acerola lhe oferecem a propriedade remineralizante em peles cansadas e estressadas. As mucilagens e proteínas são responsáveis pelas ações de hidratação e condicionamento capilar.

Parte utilizada: fruto.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.

Efeitos colaterais: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
Ao natural, como alimento, ou sob a forma de suco, 1 copo três vezes ou 4 vezes ao dia;
Como ingrediente para a fabricação de geléias, marmeladas, compotas, licores e sorvetes;
No enriquecimento vitamínico do suco de outras frutas;
Na fabricação de cremes e loções para a pele e xampus para os cabelos;
Fitocosmético: pós, cápsulas gelatinosas moles e duras, comprimidos e pastilhas;
2 a 5% em xampus. 5 a 10% em cremes e loções.


terça-feira, 15 de setembro de 2015

Receitas com Acerola

Receitas com acerola 


Também conhecida como cereja-das-antilhas, é uma fruta tropical, nativa do mar das Antilhas, da América Central, e do norte da América do Sul. A acerola, além de possuir as vitaminas A, B1 e B2 em grande quantidade, é uma excelente fonte de vitamina C. É rica em cálcio, fósforo e ferro. Pode ser consumida ao natural, na forma de sucos, refrescos, sorvetes, doces, geléias e compotas.
Pela sua quantidade incrível de vitamina C - em 100 g da parte comestível da fruta, pode-se encontrar até 80 vezes mais vitamina C que na mesma quantidade de limão ou laranja - a acerola é recomendada no combate a gripes, resfriados, tuberculoses pulmonares, diabetes, disfunções do fígado, cicatrizações difíceis e disenterias.

Bolo musse de acerola e chocolate branco


Ingredientes:
massa
8 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de especiarias em pó (canela, cravo-da-índia, noz-moscada)
1 xícara (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
3 ovos
musse de acerola
250 g de acerola fresca
2 claras
1 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de creme de leite bem gelado
cobertura
200 g de chocolate branco picado
Modo de Preparo:
Massa: ligue o forno à temperatura média. Numa panela, leve ao fogo 7 colheres (sopa) de manteiga, as especiarias e 1/2 xícara (chá) de água por 2 minutos, ou até ferver. Reserve. Peneire numa tigela o açúcar com a farinha e o fermento. Adicione as gemas e misture. Despeje, aos poucos, a mistura fervente e mexa sem parar, até obter uma massa homogênea. Junte as claras batidas em neve e misture delicadamente até ficar homogêneo. Com a manteiga restante, unte uma assadeira de 30 cm de diâmetro e enfarinhe. Despeje a massa e leve ao forno por 30 minutos, ou até que enfiando um palito no bolo ele saia limpo. Retire o bolo do forno, desenforme ainda morno e deixe esfriar sobre uma grade. A seguir, parta-o ao meio no sentido horizontal. Musse de acerola: bata a acerola no liquidificador com 1/2 xícara (chá) de água o suficiente para separar a polpa do caroço. Despeje sobre uma peneira, aparando numa panela. Aperte bem com uma colher para extrair o máximo de líquido. Misture o açúcar, leve ao fogo e cozinhe por 25 minutos, ou até obter uma calda de fio bem grosso. Bata as claras na batedeira até obter picos firmes. Sem parar de bater, despeje a calda fervente e continue batendo por mais 1 minuto, ou até obter um marshmallow. Acrescente o creme de leite lentamente e bata por mais 30 segundos. Com 8 aros vazados de 7 cm de diâmetro cada um, corte o bolo em 8 pedaços e mantenha-os dentro do aros. Coloque os bolos numa assadeira com papel-manteiga e distribua a musse. Leve à geladeira por 2 horas, ou até ficar firme. Cobertura: coloque o chocolate numa tigela refratária e leve ao fogo, em banho-maria, por 7 minutos, ou até derreter. Não deixe a água do banho-maria ferver. Retire do fogo, transfira o chocolate para uma tigela de vidro e bata com uma espátula por 2 minutos, ou até encorpar. Cuidadosamente, espalhe o chocolate sobre a musse e volte à geladeira por mais 1 hora. No momento de servir, desenforme os bolos com cuidado, disponha-os em pratos e decore com acerola.
Fonte: Revista Menu
Categoria:
Sobremesas: Bolos
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Difícil
Tempo de preparo:
1 hora e 10 min + o tempo de forno e geladeira
Rendimento:
8 unidades

Musse de acerola

Ingredientes:
1 envelope de gelatina sem sabor incolor
350g de acerola
1 caixinha de leite condensado
2 xícaras (chá) de iogurte natural desnatado
1 e 1/2 xícara (chá) de creme de leite fresco
Modo de Preparo: Dissolva a gelatina de acordo com as instruções da embalagem. Reserve. Lave a acerola e reitre as sementes. Bata no liquidificador a acerola, 1 e 1/2 xícara (chá) de água, o leite condensado e o iogurte até obter uma mistura homogênea. Adicione a gelatina e bata por mais 2 minutos. Transfira para uma tigela e reserve. Bata o creme de leite na batedeira até obter um chantilly. Incorpore-o ao creme preparado, mexendo delicadamente. Distribua o creme em 8 taças individuais e leve à geladeira por 3 horas, ou até ficar firme. No momento de servir, decore a musse com acerolas.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Sobremesas: Doces
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
30 min + o tempo de geladeira
Rendimento:
8 porções

Pudim de clara com calda de acerola

Ingredientes:
5 claras
5 colheres (sopa) de adoçante em pó para culinária
2 colheres (sopa) de margarina light
calda
1 xícara (chá) de suco concentrado de acerola
1/2 xícara (chá) de adoçante em pó para culinária
Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura baixa. Bata as claras na batedeira por 4 minutos, ou até obter picos firmes. Sem parar de bater, junte, aos poucos, o adoçante e continue a bater até obter um merengue brilhante e firme. Com a margarina, unte 4 fôrmas com furo no meio, com capacidade para 300 ml cada uma. Distribua o merengue, apertando delicadamente com o dorso de uma colher, para saírem as bolhas de ar. Leve ao forno por 17 minutos, ou até o pudim crescer e ficar levemente dourado. Retire do forno e desenforme o pudim ainda quente. Calda: misture numa panela o suco de acerola e o adoçante. Leve ao fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, até obter uma calda um pouco encorpada. Retire do fogo, espere a calda amornar e leve para gelar. No momento de servir, disponha os pudins em pratos e sirva com a calda de acerola.

Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Sobremesas: Doces
Esta receita:
é light
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
20 min + o tempo de forno
Rendimento:
4 unidades
Calorias:
78 por unidade

Geléia de Acerola



MOUSSE DE ACEROLA E IOGURTE



licor de ACerola




segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Abricó, Plantas que Curam



Abricó - do Pará - O abricó - do - pará, também chamado abricó, abricó - de - são - domingos e abricó - selvagem, é produto de uma árvore da família das Gutíferas, a que também pertencem o bacuri, o bacoparé, etc. O fruto,do tamanho de uma laranja, apresenta uma massa cor de abóbora, doce e aromática, aderente à casca. É geralmente muito apreciado.
Utilidades Medicinais
Ácido úrico - Usar abundantemente o abricó, fazendo refeições exclusivas desta fruta.
Catarro - Para as eliminações catarrais em geral recomenda - se fazer refeições compostas principalmente de abricó - do pará; mas não convêm usá-lo em excesso.
Febre - Chá das folhas, não muito forte. Morno, às colheradas.
Hipertensão arterial - Parece adequada a inclusão do abricó - do - pará na alimentação dos hipertensos.
Verminoses - Moer as sementes. Misturar com mel e tomar uma colher de sobremesa em jejum.

Nome da fruta: AbricóNome científico: Mammea americana LFamília: GutiferaeCategoria: SemiácidaSinônomos: abricó-do-pará, abricó-selvagem, abricó-de-são-domingos. Possui as vitaminas A, B1, B2, B5, e C.O abricó tem larga aplicação na medicina popular, especialmente no combate a cálculos renais, gota, ácido úrico, arteriosclerose (endurecimento das paredes das artérias), combate todo tipo de tumor, fortalece os dentes, previne a piorreia, hipertensão arterial e a deficiência de vitaminas B1 (tiamina) e C.O fruto tem o tamanho de uma laranja. Sua polpa é da mesma cor da abóbora. O fruto é consumido ao natural, pode-se também fazer doce. Das suas sementes se extrai um azeite que, aplicado no couro cabeludo, evita a queda de cabelos.

Benefícios e indicações do Abricó

É indicado para problemas digestivos, febre, combate aos insetos como bicho-do-pé, limpeza do sangue, combate à malária, reumatismo e vermes. A sua resina, assim como suas folhas e raízes, são vulnerárias e inseticidas, principalmente contra o bicho-do-pé, e delas é extraído um excelente remédio para picadas de inseto.
O uso na medicina popular é aplicado ainda ao combate dos cálculos renais, gota, ácido úrico, arteriosclerose, tumor, além de fortalecer os dentes, prevenir a piorreia, hipertensão arterial e a deficiência de vitaminas B1 e C. Possui vitaminas A, B1, B2, B5 e C.
A essência das flores do abricó trabalha ainda a deficiência mental, fazendo a reconexão dos canais energéticos no nível mental. É um floral indicado para quem tem dificuldade em concretizar e realizar. É indicado ainda para aqueles que tem dificuldade de efetuar trabalhos de comando nas salas de aula, no trabalho, para aqueles que possuem dificuldade auditiva e para crianças ou adultos que tem dificuldade em prestar atenção em aulas. É ainda eficaz na medicina caseira para combater febre e sapinho.

Cuidados necessários

O fruto tem que ser descascado com cuidado pois, tanto a casca quanto a massa onde se encontra a polpa, contêm uma substância amarga e acre. O contato desta com os lábios ou com a língua produz mal estar que pode permanecer por horas.
Para cultivo, a planta deve ser semeada ou plantada por meio de mudas, de setembro a novembro em locais cujo clima seja quente e úmido, e tenha solos férteis. Os frutos são colhidos no outono.


Pertencente à família das Clusiaceae, o abricó, também conhecido como abricó do pará, mamãe, abricoteiro, abricote, abricó de são domingos e abricó das Antilhas, é uma árvore grande que pode chegar aos 15 metros de altura. Com folhas oblongo obtusas, verde-escuras, pecioladas e de até 14 cm de comprimento, a planta é muito frondosa e grande e possui ainda flores brancas e perfumadas que aparecem em pares ou solitárias. Seu fruto contém uma semente de até 7 cm de diâmetro e tem entre 15 e 22 cm de diâmetro, é carnoso, quase redondo e muito duro.
Cultivada em todo o Brasil, principalmente no Pará, a planta reproduz-se por sementes podendo ser plantada também por mudas sem exigir solos férteis. Deve ser plantada com espaçamento de 6m x 6m de setembro a novembro em locais com clima úmido e quente. Seus frutos podem ser colhidos sempre no outono.

Benefícios, propriedades e indicações

A planta possui propriedades digestivas, cicatrizante, inseticida para pulgões e bicho-de-pé, age na limpeza do sangue, no tratamento de malária, picada de insetos, reumatismo e vermes. Para sua ação como inseticida e no tratamento das picadas, deve ser usada a resina que a casca da árvore solta, as folhas e a raiz. Suas sementes possuem propriedades anti-helmínticas, e sua fruta, comestível, é excelente para a fabricação de xaropes e compotas.
A fruta é rica em vitaminas A, B1, B2, B5 e C, sendo eficaz no combate ao cálculo renal, gota, ácido úrico, arteriosclerose, tumores, hipertensão arterial, deficiência de vitamina B1 e C e atuando no fortalecimento dos dentes. O azeite extraído das sementes pode ser usado ainda, quando aplicado no couro cabeludo, para evitar a queda de cabelos.

Essência floral de abricó

O floral de abricó carrega também alguns benefícios ajudando aqueles que têm problemas para concretizar e realizar. Ajuda pessoas que são normalmente lentas em salas de aula ou no trabalho. É muito indicado para crianças e adultos que tem consciência de suas dificuldades e limitações no aprendizado e não conseguem coordenar seus afazeres e obrigações.
Com suas propriedades, ativa as atividades cerebrais e, além disso, pode ser usada para combater a febre e sapinho, além de agir como tônica, lactífera, odontálgica e tanífera.

Atenção

Apesar de o fruto poder ser consumido de forma natural, é preciso tomar cuidado com sua casca e a polpa, pois estas contêm substâncias fortes, amargas e acres que podem, em contato com os lábios ou a língua, causar mal-estar que permanece por algumas horas.


ABRICÓ - PARÁ



Nome Popular: Abricó-pará, castanha-de-macaco, abricó-de-macaco, cuia-de-macaco. 

Nome Científico: Mammea americana L.

Família Botânica: Gutiferae 
Características Gerais: Ocorre nos igapós e margens inundáveis de rios na região amazônica, principalmente no Estado do Pará e também nas Guianas. 
Árvore muito alta, atingindo mais de 35 m, tronco grosso, cauliflora. 
Folhas simples, alternas, lanceolado-obovadas, obtusas no ápice, base aguda ou obtusa, margem subíntegra, raramente crenulada, parte superior amarela pouco lustrosa. Inflorescências longas, terminais nos ramos, também no tronco da árvore, com tomento acinzentado. Flores aromáticas com 6 pétalas longas, obovais, róseas, às vezes amarelas externamente; andróforo róseo-pálido. 
Fruto globoso, com uma polpa azulada, comestível, porém pouco agradável. 
Sementes comestíveis para os animais.


Abrico01


Nome científico: Mammea americana L. 

Família: Gutiferae 

Origem e dispersão: Nativa das Índias Ocidentais até parte da América do Sul. Está distribuída no México e em alguns outros países da América Central. 
Clima e solo: É uma planta tropical, de baixa a média altitude. 
Propagação: Pode ser propagada por semente ou enxertia. 
Utilização: Os frutos podem ser colhidos na planta e amadurecidos após colhidos, desde que bem desenvolvidos. Podem ser consumidos ao natural, em compota ou para fazer licor; é medicinal.

sábado, 12 de setembro de 2015

Cultura do Abiu

Abiu2 
Nome popular: abieiro
Família botânica: Sapotaceae
Origem: Brasil - Região Amazônica.


abiu

Características da planta: Árvore de até 10 m de altura, tronco de casca áspera, copa densa e esgalhada. Folhas lisas e brilhantes. Flores de coloração amarelo-avermelhada.
Fruto: De forma ovóide ou esférica, coloração amarela, casca lisa, apresentando látex leitoso que coagula em contato com ar. A polpa é translúcida, branca ou amarelada, mucilaginosa e doce. Encerra em seu interior de 1 a 4 sementes lisas e pretas.

Cultivo: Cresce espontaneamente na Amazônia, adaptando -se para cultivo nas regiões litorâneas do Oiapoque (AP) até Santos. Cultivada em quase todo o país, prefere solos profundos e humosos. Multiplica-se por sementes, produzindo 200 frutos por árvore, podendo atingir até 1.000 frutos. 
O abieiro é uma planta tropical, originária da região amazônica próxima às encostas andinas do Peru e do oeste da parte amazônica brasileira. A árvore e seu fruto, o abiu, são facilmente encontrados na forma silvestre por toda a Amazônia: alguns exemplares do abieiro fazem até parte da arborização urbana da região enfeitando praças de Manaus, sendo também encontrados nas cercanias de Belém. 
Apesar de ser mais conhecido na Amazônia, o abieiro cresce e frutifica em quase todo o Brasil litorâneo, por onde se espalhou sem pedir licença. 
A forma da fruta difere bastante de uma variedade para outra, podendo ocorrer frutos inteiramente redondos, ovais e mesmo alongados, todos eles do tamanho aproximado de um ovo grande de galinha ou de pata. Sua superfície é lisa e contém uma polpa gelatinosa, branca ou amarelada, às vezes adocicada, às vezes sem sabor e, às vezes, para o prazer de muitos, dulcíssima. 

 
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A FRUTA
A fruta é aproveitada quase sempre in natura podendo, porem, ser conservada até uma semana, quando refrigerada, ou então, processada como geléia. 
Como fruta fresca, deve ser consumida exclusivamente quando estiver bem madura e amarela, pois, do contrário, sua casca libera um leite branco e viscoso que adere aos lábios, provocando uma sensação bastante desagradável. Por outro lado, esse mesmo látex e um outro - que sai da casca da árvore -são utilizados na produção de cola e de remédios caseiros. 
O cultivo do abieiro é aparentemente simples, exigindo pouca fertilidade da terra e poucos cuidados, exceto quando a planta ainda é nova. 
Com 3 anos de idade inicia a frutificação, que se avoluma bastante a partir do quinto ano. Sendo o abiu fruto generoso, de árvore bonita e de abundante frutificação, basta um único abieiro num quintal caseiro para suprir toda uma família, seus agregados e vizinhos, da delicadeza dos sabores da fruta. 
Apesar de todas as suas excelências e qualidades, o abieiro permanece, no Brasil, como árvore frutífera de quintal e de pomares não-comerciais. 

INTRODUÇÃO

O Abieiro,planta considerada nativa do Brasil, mas infelizmente, relegada a um segundo plano, pelos órgãos de pesquisa no brasil, apesar de alto valor nutricional,medicinal e até comercial, no entanto na Nicarágua,em uma estação experimental, mantida pelo departamento de agricultura dos Estados Unidos, A CULTURA VEM SENDO LARGAMENTE ESTUDADA, vai acontecer o mesmo que aconteceu com o cupuaçu, já, já, os registros da cultura serão deles. 
Apesar do pouco estudo, em certas regiões do estado de S. Paulo a cultura vem sendo cultivada em escala comercial, com ótimos resultados. 
variedades,apesar da enorme variabilidade entre plantas nativas não há estudos que determinem padrões variétais , são epenas conhecidos como abiu roxo e amarelo. 
clima: planta de larga adaptabilidade, produz bem numa faixa de temperaturas média anual de 18 à 26 graus Celsius, mas não suporta geadas ou longos períodos com temperaturas abaixo de 12 graus c. 

 
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mudas: o sistema usado,é o semeio de sementes em sacos plásticos de 2 l., com duas a três sementes, desbastando-as para uma, após atingirem 30 cm. de altura, deixando somente a mais vigorosa, podendo também obter mudas através do sistema de alporquia, métodos, estes que serão divulgados mais tarde em novas postagens, com relação ao manejo do viveiro siga os mesmos métodos empregados na cultura do abacateiro. 
espaçamento: ainda sem estudos, mas pela logica e por ser planta vigorosa e de grande porte, devemos usar 10 x 8 ou 8 x 6 m entre ruas e plantas 
adubação: a mesma do abacateiro 
tratos culturais:
-capinas:com plantas em um estagio maior após o primeiro ano pode-se usar herbicidas no controle do mato(glyfosato), tomando o cuidado de não atingir as plantas(abiu),enfim a cultura deve ser mantida no limpo seje com capina manuais, químicas ou mecânicas. 
-culturas intercalares: até o terceiro ano pode plantar outras plantas de ciclo anual(grãos, leguminosas e etc.) 
-controle de pragas e doenças: planta extremamente rustica, pouco atacada por pragas e a única doença observada e que pode causar algum dano é a queima dos ponteiros, mas só ocorre em situação de baixa temperatura com umidade relativa alta. 
irrigação: lógico, havendo condições de irrigar(gotejamento ou micro aspersão), abrevia o inicio de produção pela metade do tempo( 3 a 4 anos para primeira colheita significativa) 

 
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colheita: É uma planta altamente produtiva, há casos de produzir de 30 a 40 cx k por planta, 100 t. ha. caso raro mas já constatado. 
Em condições de irrigação, após o terceiro ano, e em sequeiro ,aos sexto ano para inicio de produção. 
comercialização: pode ser comercializados em caixa tipo "k", mas ,melhor é em pequenas embalagens de 0,5 a 1 kg. aumenta o valor agregado,.