segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Botânica e Melhoramento Genético da Goiabeira



Botânica e Melhoramento Genético

A goiabeira é a mais importante espécie da família Myrtaceae. Essa família é composta por 130 gêneros e 3 mil espécies de árvores e arbustos distribuídos em regiões de clima tropical e subtropical. O gênero Psidium abrange, aproximadamente, 150 espécies, muitas das quais produzem frutos.
A goiabeira é uma árvore que atinge de 3 m a 10 m de altura, tem raiz superficial e cascas lisas, esverdeadas ou amarronzadas, que se soltam em finas camadas. 
As folhas são simples, opostas e apresentam glândulas.
As flores são perfeitas, ou seja, com órgãos masculinos e femininos, isoladas ou agrupadas em duas ou três flores. O cálice é completo, tem pelos e é persistente, com quatro a seis lobos. As pétalas, em número de quatro ou cinco, são brancas, obovadas e côncavas.
Os estames são numerosos e dispostos em ruas no disco. O ovário apresenta quatro ou cinco lóculos. O fruto é uma baga, circundada pelos lobos do cálice, sendo globoso, ou ovoide,ou piriforme,com 4 cm a 10 cm de diâmetro e peso variando de 100 g a 450g.
A casca apresenta coloração de verde-clara a amarelo-brilhante, e a polpa é carnuda, de espessura variável, podendo ser de cor branca, ou amarela, ou vermelha ou rosa. As sementes são numerosas, amareladas, reniformes e com embrião curvo). 
A planta apresenta fecundação cruzada, ou seja, necessita da intervenção de insetos ou do vento para produzir frutos, porém a autofecundação é a principal forma de fecundação, a abelha Apis melifera é o principal agente polinizador.
A frutificação começa no segundo ou no terceiro ano depois do plantio no local definitivo, quando o pomar é implantado com mudas propagadas por sementes.
Pomares de goiabeira implantados com mudas propagadas vegetativamente, por estaca ou por enxertia, iniciam a frutificação com até 7 ou 8 meses de idade, depois do transplantio para o local definitivo.
Coleções de germoplasma de goiabeira podem ser encontradas na Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária (IPA) e na Universidade Estadual Paulista, em Jaboticabal, SP. Também na Embrapa Semiárido, em Petrolina, PE, há uma coleção de Psidium, formada por 117 acessos de goiabeiras e 37 de araçazeiros, coletados em dez estados brasileiros. O estudo desses materiais tem indicado a presença de grande variabilidade relacionada à cor da polpa do fruto, ao número e ao tamanho de sementes, e à forma das folhas, entre outros caracteres.
Pesquisas sobre novas cultivares de goiabeira estão sendo realizadas pela Embrapa Semiárido, em parceria com a União Europeia (Projeto GuavaMap), consistindo em estudos moleculares para a construção de mapas de ligações genéticas, na identificação de marcadores de DNA associados a caracteres de importância agronômica e na caracterização morfológica e molecularde materiais de goiabeira nativos do Brasil, do México e da Venezuela.

Classificação botânica 

A goiabeira pertence ao gênero Psidium, da família Mirtaceae (Quadro 1), que é composta por mais de 70 gêneros e 2.800 espécies, sendo que 110 a 130 espécies são naturais da América Tropical e Subtropical. 
A árvore da goiaba é classificada como um arbusto de porte pequeno (KOLLER, 1979), de tamanho entre três e seis metros de altura. As folhas organizadas como opostas, com o formato elíptico-ablongo que caem após a maturação. 
As flores da maioria das variedades comerciais são brancas, mas atualmente existem variedades ou cultivares de outras cores. São hermafroditas, que eclodem em botões isolados ou em grupos de dois ou três, sempre nas axilas das folhas e nas brotações surgidas em ramos maduros. 
No que diz respeito à polinização, sabe-se que a goiabeira apresenta fecundação cruzada, que pode variar entre plantas 25,7 a 41,3 %, considerando-se 35,6 como o índice médio. 
A abelha Apis melífera é o principal polinizador. 
Dependendo da cultivar, a frutificação da goiabeira inicia no segundo ou terceiro ano após o plantio no local definitivo. Pode ainda iniciar em idade menor da planta uma vez que varia com a cultivar. 
Quando a muda foi formada pelo processo de estaquia, este período pode reduzir bastante. Entre 47 a 70 dias surgem os botões florais e a floração ocorre entre 71 e 84 dias após a poda. Geralmente, os botões florais são formados entre 47 e 70 dias e o pegamento dos frutos ocorre em torno de 90 dias após a poda. 


domingo, 29 de setembro de 2019

Características da Cultura da Goiaba



 A goiaba é uma fruta tropical que tem tido aumento de área cultivada e produção através de uso de seleção e melhoramento de planta bem como de práticas culturais adaptadas para cada região e tipo de exploração. Seu potencial de aproveitamento é alto uma vez que pode ser consumida in natura, em forma de doce, geleias e suco. São ricas em vitamina C, sendo também fontes de vitamina B e C. A goiaba apresenta baixos índices de ácidez e por isso pode ser usada como o tomate na confecção de molhos salgados, e agridoces, sobretudo no caso de pessoas que não podem ou não aceitam alimentos que provocam acidez. De um modo geral, apresenta baixo teor de açúcar e pouca gordura, sendo indicada para qualquer tipo de dieta. De preferência, deve ser comida crua. É contraindicada apenas para pessoas que tenham o aparelho digestivo delicado ou com problemas intestinais. A goiaba é usada para controle das diarreias na infância em forma de chá, em bochechos e gargarejos com uso eficiente nas inflamações da boca e da garganta ou em lavagens de úlceras e na leucorréia que significa corrimento vaginal também chamada de vaginite e vulvovaginite. Em nível internacional, a produção brasileira de goiaba é considerada uma das mais importantes. São produzidas goiabas com a finalidade indústrial utilizando principalmente as variedades Paluma e Rica, e para consumo da fruta in natura as variedades Sassaoka e Pedro Sato dentre outras. 

Palavras chaves: Fruta tropical. Importância e uso da goiaba. Mercado. Pragas e doenças. Práticas culturais. 

Guava Cropping – From planting to plant management 
Abstract: Guava is a tropical fruit that has been an increase in acreage and production through the use of selection and plant breeding and crop practices adapted to each region and type of operation. The guava potential use is higher since it can be consumed fresh, in the form of candy, jellies and juice. It is a fruit rich in vitamin C, and also sources of vitamin B and C. Guava has low acidity and therefore can be used as the production of tomatoes in savory sauces, and bittersweet, especially for people whom cannot or do not accept food that cause acidity. In general, a low sugar content and little fat, being suitable for any diet types. Preferably, it should be eaten as dry food. It is contraindicated for people whom just have a delicate digestive or intestinal problem. Guava is used to control diarrheal diseases in childhood in the form of tea, mouthwash and gargle with efficient use in inflammations of the mouth and throat washes or ulcers and vaginal discharge leukorrhea which means also called vaginitis and vulvovaginitis. Internationally, Brazilian guava is considered one of the most important tropical fruit. Guavas are produced objecting industrial production by using Paluma and Rica varieties and for fresh consumption using Sassaoka and Pedro Sato and other varieties for fresh fruit consumption in natura. 

Key words: Crop practices. Guava importance and use. Marketing. Pest na Disease. Tropical fruits. 

Introdução 
A goiabeira é uma árvore da espécie Psidium guajava e seu fruto é conhecido como goiaba. Pertence à família Myrtaceae, cuja origem é América tropical. Considera-se que a palavra "goiaba" teve origem do termo aruaqueguaiaba, ramo linguístico a que se filiam muitas tribos do Brasil setentrional. Ocorre principalmente no Brasil e nas Antilhas. A goiabeira é uma das fruteiras de clima tropical que têm apresentado considerável aumento das áreasde plantio, sendo a maior parcela dos frutos produzidos, destinada à industrialização (NATALE et al., 2009). Ao mesmo tempo tem-se obsevado expressivo crescimento do mercado de frutas in natura, especialmente nos grandes centros urbanos. 
O Brasil é considerado o maior produtor mundial de goiabas vermelhas produzidas para a indústria incluindo as variedades "Paluma" e "Rica", entre outras e para consumo in natura, variedades "Sassaoka" e "Pedro sato", entre outras.Os maiores produtores mundiais dessa fruta são a Índia, o Paquistão, o Brasil, o Egito, a Venezuela, a América do Norte, a África do Sul, o México, a Austrália e o Quênia. A exportação brasileira de goiabas e produtos derivados sempre ocorreu em pequenas quantidades, essencialmente para França, Alemanha, Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Bolívia. 
Aproximadamente uma década, houve um aumento no interesse por frutas tropicais e seus sucos. Tem sido solicitada importação por alguns países europeus e pelos norte americanos e com isso propiciando novas possibilidades de negócios com polpas e frutos naturais produzidos no Brasil. Empresas, especializadas em exportações de polpa de goiaba estão se organizando para entrar com o fruto e seus derivados no comércio internacional de acordo com as normas de cada país. 
Para fins comerciais, a goiabeira está sendo cultivada no Brasil em quase todas as regiões sobressaindo na produção os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, na Região Sudeste; Bahia, Pernambuco e Paraíba, na Região Nordeste; Goiás, na Região Centro-Oeste e Rio Grande do Sul e Paraná, na Região Sul (PEREIRA, 1995). 

Importância da Cultura
A goiaba tem grau de aceitação nos mercados interno e externo, sendo uma das principais matérias-primas utilizadas pela indústria brasileira de conservas, permitindo várias formas de aproveitamento.
Atualmente se tem uma alta demanda por polpa congelada de goiaba no País, tanto para indústria de sucos como para a produção de sorvetes, doces e geleias.
Esta fruta apresenta um dos maiores teores de vitamina C, com valores superiores em até seis vezes aos do fruto cítrico, que é uma fonte tradicional dessa vitamina. A goiaba se destaca ainda pelo seu elevado conteúdo de açúcar, vitamina A e vitaminas do grupo B.
A espécie produz em praticamente todo o território brasileiro, desenvolvendo-se satisfatoriamente em quase todo o tipo de clima e solo. Para otimizar a produção quantitativa e qualitativamente, é fundamental que haja maior incremento do nível técnico dos cultivos, desde o plantio de variedades selecionadas até os cuidados com a apresentação dos frutos destinados ao mercado.
O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de goiaba. Os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco respondem, juntos, por aproximadamente 74% da produção nacional da fruta.
Tem sido exportada quase que exclusivamente para a Europa, por via aérea, cujo mercado tem nítida preferência por frutas de aroma e sabor delicados, e de frutos de primeira qualidade, com uma ótima apresentação visual.
Na comercialização da fruta, exigem-se bom aspecto, tamanho proporcionalmente grande e sem defeitos na aparência, característica que exerce uma grande atração no consumidor. No mercado para consumo in natura, as frutas são classificadas pelo seu tamanho, aparência e estado de maturação.
As exportações brasileiras de goiaba são insignificantes, devendo-se isso a diversos fatores, entre os quais: o pouco conhecimento do produtor por parte dos consumidores nos mercados externos, a fragilidade do produto na fase pós-colheita, falta de tradição do Brasil como exportador de frutas e o fato de o preço final de venda no mercado externo ser elevado.

A Goiabeira
A goiabeira (Psidium guajava L.) é nativa da América do Sul (RISTERUCCI et al., 2005), de onde foi levada, pelos navegantes europeus, para as colônias africanas
e asiáticas, tendo se espalhado para todas as regiões tropicais.
A goiabeira ocupa lugar de destaque entre as frutas tropicais brasileiras, posição garantida pelo seu agradável aroma e sabor peculiar, e também pelo seu elevado
valor nutricional. Além de ser consumida in natura, a goiaba é utilizada na indústria
de processamento de sucos, néctares, polpas, sorvetes, geleias e compotas, bem
como serve de ingrediente na preparação de iogurtes, gelatinas e, recentemente, de molho
agridoce (guatchup). A goiaba é importante fonte de vitamina C, cujo teor, nessa fruta,
é seis a sete vezes maior que em outros frutos
cítricos. Contém altos teores de açúcares, vitamina A e vitaminas do grupo B, como a
tiamina e a niacina, além de teor significativo de fósforo, potássio, ferro e cálcio, sendo também rica em fibras.
O comércio internacional da goiaba brasileira e seus derivados é tímido se comparado à dimensão da exportação brasileira de outras frutas, como a banana, a laranja e a uva. Um dos motivos a justificar esse baixo desempenho é a preferência do consumidor estrangeiro pela goiaba de polpa branca, em desacordo com a tendência da produção brasileira de goiaba, praticamente direcionada à produção de frutos de polpa vermelha, para atender à preferência do povo brasileiro.
Segundo dados do Agrianual (2008), o Brasil produz em torno de 345.500 t de frutos por ano, numa área de cerca de 16 mil hectares, destacando-se como um dos maiores produtores mundiais. Os estados de São Paulo, Pernambuco, Goiás e Bahia respondem por mais de 70% da produção nacional (IBGE, 2008).
O Semiárido Nordestino é um importante polo de produção de frutas, onde a goiaba é uma ótima opção para a diversificação da fruticultura regional. A plantação do Vale do São Francisco, por exemplo, ocupa uma área de aproximadamente 5 mil hectares.
Nessa região, os principais produtores são os estados de Pernambuco (4.512 ha) e Bahia (883 ha). Entretanto, com a crescente expansão dos polos de irrigação na região Semiárida do
Nordeste, estão surgindo polos de produção de goiaba em outros estados, principalmente no Ceará e no Rio Grande do Norte.
Para aumentar a oferta de produtos de qualidade e, assim, expandir a comercialização de goiaba nos mercados interno e externo, o setor precisa superar alguns obstáculos, entre os quais ganham destaque: a ausência de tecnificação do cultivo, a falta de divulgação do produto em importantes centros de consumo e as débeis estratégias de comercialização.
Esperando contribuir para a sustentabilidade e o crescimento desse importante segmento do agronegócio regional, a Embrapa Semiárido, por intermédio deste livro, coloca à disposição de produtores e técnicos interessados na cultura da goiaba informações gerais sobre preparo de solo, técnicas de plantio, manejo da cultura, tratos fitossanitários, colheita, pós-colheita, processamento da fruta e comercialização.





sábado, 28 de setembro de 2019

Coeficientes Técnicos da Banana Irrigada



Os coeficientes técnicos e os custos de produção variam conforme o sistema de produção e a região de exploração. Os coeficientes técnicos apresentados nas Tabelas 1 e 2 mostram a necessidade de insumos para um hectare de bananeiras ‘Prata Anã’ e ‘Pacovan’, em condições de irrigação.
A produtividade média esperada, pela utilização das recomendações técnicas apresentadas nesse sistema de produção, situa-se entre 25 a 30 toneladas de ‘Prata Anã’ e 40 a 45 toneladas de ‘Pacovan’.
Dando-se valores aos coeficientes técnicos apresentados, será obtido o custo de produção e, de posse da estimativa de produção, pode-se fazer uma análise da rentabilidade do cultivo.

O conhecimento dos custos de produção e rentabilidade da cultura é importante para auxiliar o agricultor na tomada de decisão do que plantar.
A produção econômica da cultura depende e uma série de fatores que afetam o eu desempenho e o seu retorno financeiro.
A variedade plantada, o espaçamento, o lima, o solo, os tratos culturais, o grau de ncidência de pragas e doenças, o rendimento,  preço do produto e os preços dos atores de produção merecem especial atenção no planejamento da produção.
Nesta seção apresenta-se a estimativa e custos de produção e rentabilidade de um hectare  de 
banana Grand Naine irrigada..
A estimativa de consumo de água de irrigação considera uma precipitação mínima anual de 400 mm, que é a condição prevalecente na região do vale do São Francisco.
No cálculo dos gastos com a irrigação foram  considerados os custos de aquisição do equipamento, da energia elétrica e da água e da mão-de-obra. A vida útil do equipamento foi considerada de 10 anos, o valor de resgate de 10% e a taxa de juros de 16% ao ano.
efetivo, sendo seguidos dos gastos com irrigação, tratos culturais e fitossanitários, preparo do solo e plantio, com participações de 16,06%, 10,57% e 6,10%, respectivamente.
Em decorrência do ciclo da bananeira, no primeiro ano não há produção, não existindo, portanto, custos com colheita.
No segundo ano, a participação percentual nos custos de produção é assim distribuída: insumos (45,11%); irrigação (28,97%); tratos culturais e fitossanitários (15,15%); e, colheita (10,78%). No terceiro ano, embora os valores percentuais se modifiquem, a importância relativa das atividades na composição do custo se mantém.
Em função da implantação da cultura, o maior custo anual total ocorre no primeiro ano, quando é necessário investir US$ 4.608,35. Do segundo ano em diante os custos são menores, situando-se entre US$ 2.555,55 (no segundo ano) e US$ 2.434,25 (do terceiro ao sexto ano, quando ocorre a estabilização da produção).
Tabela 1. Coeficientes técnicos de produção de um hectare de bananeira `Prata Anã` irrigada, no espaçamento 4,0 x 2,0 x 2,0 m, com 1.666 plantas por hectare, no Submédio São Francisco.
Especificação
Unidade
Quantidade
Ano 1
Quantidade
Ano 2
Quantidade
Ano 3
1. Insumos
Mudas (+ 10 %)
Unid.
1.833
0
0
Esterco de curral curtido / composto
m3
21
0
0
Calcário*
t
3
0
0
ureia
kg
170
211
211
Sulfato de amônio
kg
375
475
475
Superfosfato simples*
kg
600
500
500
Cloreto de potássio*
kg
800
776
776
FTE BR 12
kg
92
84
84
Sulfato de magnésio
kg
250
250
250
Inseticida / nematicida
kg
4
12
12
Detergente concentrado neutro
L
0
8
8
2. Preparo do solo e plantio
Roçagem inicial
H/T
1,5
0
0
Calagem
H/T
1,0
0
0
Preparo do solo (escarificador / grade)
H/T
3,0
0
0
Sulcamento
H/T
1,5
0
0
Coveamento e adubação de fundação
D/H
20
0
0
Plantio
D/H
5
0
0
3. Tratos culturais e fitossanitários
Capinas
D/H
25
15
15
Análise de nematoides
Unid.
1
1
1
Análise foliar
Unid.
1
1
1
Análise de solo
Unid.
1
1
1
Adubação via solo
D/H
7
7
7
Desbaste
D/H
15
15
15
Desfolha
D/H
5
5
5
Retirada do coração
D/H
5
5
5
Tratamento fitossanitário
D/H
0
8
8
Irrigação localizada (microaspersão)
D/H
15
15
15
4. Irrigação/Fertirrigação
Irrigação 
ano
1**
0
0
5. Colheita
Colheita
D/H
0
25
30
H/T = hora de trator; D/H = dia homem. *Refere-se à recomendação máxima, podendo ser reduzida conforme os resultados da análise do solo. **Os custos de irrigação/fertirrigação são constituídos por R$ 600,00 de amortização de equipamentos e R$ 1.500,00 de manutenção dos mesmos, incluindo água e energia.

Tabela 2. Coeficientes técnicos de produção de um hectare de bananeira `Pacovan` irrigada, no espaçamento 4,0 x 2,0 x 3,0 m, com 1.111 plantas por hectare, no Submédio São Francisco.

Especificação
Unidade
Quantidade
Ano 1
Quantidade
Ano 2
Quantidade
Ano 3
1. Insumos
Mudas (+ 10 %)
Unid.
1.222
0
0
Esterco de curral curtido / composto
m3
21
0
0
Calcário*
t
3
0
0
Ureia
kg
170
255
255
Sulfato de amônio
kg
375
575
575
Superfosfato simples*
kg
600
600
600
Cloreto de potássio*
kg
800
1.000
1.000
FTE BR 12
kg
62
56
56
Sulfato de magnésio
kg
250
250
250
2. Preparo do solo e plantio
Roçagem inicial
H/T
1,5
0
0
Calagem
H/T
1,0
0
0
Preparo do solo (escarificador / grade)
H/T
3,0
0
0
Sulcamento
H/T
1,5
0
0
Coveamento e adubação de fundação
D/H
15
0
0
Plantio
D/H
3
0
0
3. Tratos culturais e fitossanitários
Capinas
D/H
25
15
15
Análise de nematoides
Unid.
1
1
1
Análise foliar
Unid.
1
1
1
Análise de solo
uma
1
1
1
Adubação via solo
D/H
7
7
7
Desbaste
D/H
12
12
12
Desfolha
D/H
4
4
4
Retirada do coração
D/H
4
4
4
Tratamento fitossanitário
D/H
0
8
8
Irrigação localizada (microaspersão)
D/H
15
15
15
Irrigação convencional (aspersão)
D/H
45
45
45
4. Irrigação/Fertirrigação
Irrigação 
ano
1**
0
0
5. Colheita
Colheita
D/H
0
40
45
HT – Hora trator; D/F = dia homem. *Refere-se à recomendação máxima, podendo ser reduzida conforme os resultados da análise do solo. **Investimento com equipamentos no valor de R$ 7.000,00. Os custos de irrigação/fertirrigação são constituídos por R$ 600,00 de amortização de equipamentos e R$ 1.500,00 de manutenção dos mesmos, incluindo água e energia.